REGIÃO DE ASSIS

REGIÃO DE ASSIS/SP. NOTÍCIAS E ORIENTAÇÕES SOBRE POLÍCIA OSTENSIVA E PRESERVAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA NOS 13 MUNICÍPIOS DA ÁREA DO 32º BPM/I, SUDOESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO (ASSIS, PARAGUAÇU PAULISTA , CÂNDIDO MOTA, PALMITAL, TARUMÃ, MARACAÍ, CRUZÁLIA, LUTÉCIA, PEDRINHAS PAULISTA , FLORÍNEA, IBIRAREMA, PLATINA E CAMPOS NOVOS).

VEJA E BAIXE A REVISTA COMEMORATIVA DOS 25 ANOS DO BATALHÃO (CLICK AQUI), EM PDF! NOSSA HISTÓRIA REGISTRADA.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

32º BPM/I realizará “Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho”



O Trigésimo Segundo Batalhão de Polícia Militar do Interior promove, nos dias 25, 26, 28 e 29 de novembro, no auditório em sua sede, as atividades da  “semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT, com palestras, cujo tema geral será “prevenir acidentes é investir em qualidade de vida”.
          As palestras destinam-se aos policiais militares (ativos e inativos), família policial-militar, membros de comissões internas de prevenção de acidentes, autoridades e membros do poder público, associações representativas e comunidade em geral. Aos interessados em participar das atividades, basta comparecer à sede do Batalhão em Assis nos dias e horários conforme segue (endereço: Travessa Brasil, nº 275, Vila Fiúza, Assis/SP. Contatos pelo telefone 18 3322.2750).

PROGRAMAÇÃO:

* 25/11/13 às 10h

Tema: “Prevenção do estresse”.

Palestrante: Cap PM Marcelo Alves, do 10º GB Marília (Corpo de Bombeiros).
 

* 26/11/13 às 09h 15min

Tema: “Estilo de Vida x Sedentarismo e Alimentação Inadequada”.

Palestrante: Sra Priscila Mamprim, nutricionista da Unimed-APAS Assis.

 
*28/11/13 às 10h

Tema: “Direção Defensiva Visando a Redução de Acidentes Automobilísticos”.

Palestrante: Cb PM Kristofferson Roberto Dalmazzo Caetano, do 9º BPM/I Marília.

 
* 29/11/1313 às 09h 15min

Tema: “Atividade física e qualidade de vida do Policial Militar”.

Palestrante:  Cap PM Rogério Carlos Capuano, do 32º BPM/I Assis.

 

 

Polícia Militar: Compromisso com o Cidadão.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Atividade delegada completa seis meses em Assis, com produtividade e grande aceitação


 
Assis foi a primeira cidade da região Centro-Oeste Paulista a ter o programa de Atividade Delegada implantado, com início em maio de 2013. Ela é resultado de convênio entre a Secretaria de Segurança Pública e a Prefeitura de Assis, por meio do qual os policiais militares em horário de folga atuam em benefício dos munícipes, com horas pagas pelo próprio Poder Público Municipal.
A parceria com o Governo do Estado permite aos municípios contratar policiais militares de folga para trabalhar na fiscalização de ambulantes irregulares, entre outras atividades que são objeto de convênio. Inicialmente com 8 policiais militares, hoje Assis já conta com 12 por dia, inclusive nos finais de semana e feriados, empregados em pontos e áreas estratégicas como: Terminal Rodoviário, Cemitério Municipal, Parque Buracão, Mercadão e proximidades da Avenida David Passarinho (Vila Prudenciana) e Avenida Armando Sales de Oliveira. Os policiais atuam sempre nos horários de maior interesse para atendimento do anseio da população por melhores condições de segurança, em amplo sentido.
A grande aceitação da comunidade local, com melhor percepção de segurança, e a análise da produtividade nesses seis meses de funcionamento comprovam o acerto da medida e o sucesso do trabalho coordenado por uma Comissão Paritária que se reúne mensalmente para planejamento do emprego dos policiais militares e a prestação de contas do mês anterior. As reuniões são realizadas de modo alternado, na sede do Batalhão de Assis e na sede da Prefeitura Municipal, sempre com dois representantes nomeados de cada parte envolvida, com ata de reunião devidamente formalizada no início de cada mês.
O comandante do Batalhão, Tenente-Coronel PM Adilson Luís Franco Nassaro destacou: "Durante esses primeiros seis meses, os policiais militares trabalharam com o objetivo de garantir a segurança da população em amplo sentido e combater o comércio ambulante, o tráfico de drogas, roubos e furtos de veículos, na cidade de Assis. Muito além da simples fiscalização diante de infrações administrativas de competência do município, os policiais militares em Assis realizaram, em média, uma prisão em flagrante e uma captura de procurado pela Justiça a cada mês, além de diversas apreensões, abordagens e identificações, para maior segurança da comunidade local". O quadro apresentado resume o resultado operacional desse período de funcionamento da Atividade Delegada no município: 
 
.
 
 
 
 
 

 

Assis realiza o “1º Encontro de Oficiais do Paraná e São Paulo”


    O Batalhão de Assis (32º BPM/I) realizou o Encontro de Oficiais de Polícia Militar de São Paulo e do Paraná, que ocorreu neste mês de novembro de 2013, no auditório da Unidade. Trata-se de uma iniciativa da Polícia Militar de São Paulo, por meio do batalhão local, visando a aproximação das forças policiais que atuam na prevenção criminal na região do Vale do Paranapanema.
     Os Oficiais do 18º BPM do Paraná (Cornélio Procópio) foram recepcionados pelo comandante Tenente-Coronel PM Adilson Luís Franco Nassaro, do 32º BPM/I (Assis, CPI-4), que coordenou as atividades durante o período da manhã, com o comando e demais representantes dos dois batalhões. Temas operacionais foram apresentados e discutidos, objetivando o compartilhamento de informações, a ampliação dos canais de comunicação e o desenvolvimento de ações integradas para a segurança pública nas regiões dos dois Estados. Um almoço encerrou o Encontro, na sede do próprio batalhão de Assis.
     Prisões recentes comprovam o trânsito de criminosos entre a divisa, por estrada ou mesmo por balsa ou embarcações no Rio Paranapanema, especialmente pela ligação da SP 333 (Florínea) e pela SSP 375 (Palmital), justificando também a participação do Policiamento Rodoviário de São Paulo, representado no Encontro.
     A dinâmica criminal impõe desafios para as forças policiais que devem trabalhar integradas, especialmente no campo da prevenção e, nesse sentido, a proximidade dos gestores de policiamento - no aspecto geográfico e operacional - facilita o trabalho para as duas Instituições. Em data próxima, os Oficiais do Batalhão de Assis/SP serão recepcionados no Batalhão de Cornélio Procópio, no Paraná, para atividades semelhantes e continuidade do planejamento das ações de interesse das duas forças policiais.
 
 
 
              
 

domingo, 13 de outubro de 2013

Importante nota de agradecimento recebida!



Normalmente recebemos visitas com pedidos diversos relacionados ao policiamento, mas essa visita foi muito diferente. O sr. Pedro Resende Filho, administrador municipal do Cemitério de Assis e o Vereador Alcides Coelho trouxeram ao Comando do Trigésimo Segundo Bpmi, Assis (área do CPI-4) um ofício com registro de formal agradecimento em razão da segurança pública naquele espaço público reabilitado a partir da atuação da Atividade Delegada desenvolvida por policiais militares. 
O documento registra o importante papel desempenhado pela Polícia Militar na região, que viabilizou a total recuperação não somente do imóvel municipal, que hoje atrai grande número de pessoas, mas de toda a sua redondeza. Há pouco tempo, o local e imediações era conhecido como ponto de consumo de drogas, moradia de desocupados e ponto vulnerável à incidência criminal (especialmente crimes patrimoniais). O cenário mudou rapidamente em poucos meses de presença intensa do policiamento ostensivo e o reconhecimento formal da administração local indica o absoluto sucesso da iniciativa, observada também pela comunidade em geral. Leiam o texto do documento. Para guardar nos registros históricos do Batalhão de Assis (32. I, CPI-4)!


A

PROERD na região de Assis nas atividades da Semana da Criança. Contra as drogas e a violência!

                               
             Em comemoração ao Dia da Criança, os Instrutores do PROERD (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência) do Batalhão de Polícia Militar de Assis/SP,  realizaram atividades com alunos de Escolas Municipais.
          Durante a semana, os alunos tiveram oportunidade de conhecer o CANIL Setorial de Assis, assistiram filme no cinema Municipal e receberam mais de 500 brinquedos doados para esse fim.
               No decorrer do ano, os estudantes receberam uma cartilha contendo lições que abordam os males relacionados às drogas lícitas e ilícitas, além do modelo de tomada de decisão que ajuda as crianças e adolescentes a refletirem sobre os problemas e dúvidas, ajudando a avaliar os pontos positivos e negativos para suas decisões. O programa tem como objetivo investir no conhecimento de vida das crianças e, além de tudo, colabora com a maior aproximação entre a Polícia Militar e a comunidade.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Prefeito de Assis recebe a Medalha “Brigadeiro Tobias”, em São Paulo

                           
      Na imagem, Coronel Airton, Tenente-Coronel Franco Nassaro, Prefeito Ricardo e Coronel Meira.

Na manhã da última sexta-feira (04/10/13), o Comandante do 32º Batalhão de Polícia Militar do Interior, Tenente-Coronel PM Adilson Luís Franco Nassaro, acompanhou o Prefeito Municipal de Assis, Ricardo Pinheiro, que recebeu a Medalha Brigadeiro Tobias, mais alta condecoração da Polícia Militar de São Paulo, em solenidade comemorativa realizada na Academia de Polícia Militar do Barro Branco (APMBB), localizada no Bairro Tucuruvi, zona norte da Capital.
O Secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, o Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Benedito Roberto Meira e o Comandante Regional (CPI-4 - Bauru) Coronel Airton Iosimo Martinez também participaram do evento que reuniu autoridades civis, militares, políticos, familiares e convidados dos agraciados. Além do Prefeito de Assis, apenas 51 autoridades civis e militares também receberam a honraria na mesma solenidade, que ocorre uma vez ao ano e é encerrada com grandioso desfile militar.
A Medalha Brigadeiro Tobias foi instituída pelo decreto nº 45.648 de 07 de dezembro de 1965, em homenagem ao Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, fundador da Polícia Militar, com a finalidade de condecorar os integrantes da corporação e das Forças Armadas que praticam atos relevantes e contribuem com o aperfeiçoamento e avanço das atividades.
Nascido em Sorocaba, durante a campanha pela Independência do País, Rafael Tobias de Aguiar entrou para política como eleitor em 1821 em Sorocaba. No ano seguinte, regimentou um grupo de combatentes para integrarem o Batalhão dos Paulistas e seguiu para o Rio de Janeiro disposto a defender o Príncipe D. Pedro. Missão cumprida com êxito, preservada a integridade do nosso príncipe, alçado a Imperador do Brasil em setembro daquele ano, como bem sabemos. Assumiu o cargo de Presidente da Província de São Paulo em 17 de novembro de 1831 e seguiu nas funções até o dia 11 de maio de 1835.
O Brasil vivia um período extremamente conturbado: o Imperador Dom Pedro I abdicara em favor de seu filho a Coroa e deixara o País, enquanto insurgências armadas ocorriam em todas as regiões do país. A crise era tamanha que invadia os quartéis e já atingia os núcleos policiais então existentes, que padeciam de falta de profissionalismo, imparcialidade, disciplina, lealdade aos valores da Pátria. Diante desse quadro, o Ministro da Justiça, Diogo Antônio Feijó, conclamou aos presidentes das províncias que socorressem a nação de alguma forma, autorizando a criação de Forças nas províncias. E foi assim, diante da turbulência que assolava o Estado Brasileiro, que Rafael Tobias de Aguiar (presidente da Província de São Paulo), em 15 de dezembro de 1831, organizou uma companhia de 100 homens, uma seção de cavalaria com 30 soldados e um tenente. Esse efetivo, nomeado Corpo de Guardas Municipais Permanentes, é a gênese da nossa atual Polícia Militar do Estado São Paulo. O fundador Tobias de Aguiar seguiu sua trajetória, entre alegrias e dissabores, entregando sem reservas seu espírito destemido à glória de São Paulo até 07 de outubro de 1857, quando atendeu ao chamado para a eternidade.
O Prefeito Municipal de Assis, Ricardo Pinheiro (advogado, pós-graduado em Gestão de Cidades), tem mostrado ser grande parceiro da Polícia Militar, como comprovou com a ampliação da Atividade Delegada em funcionamento no município desde junho de 2013, com grande sucesso, além de outras iniciativas conjuntas voltadas à segurança pública da comunidade.  O Batalhão de Assis indicou o nome do Prefeito, que foi acolhido pela Comissão da Medalha em São Paulo, sob coordenação do Comando Geral. Parabéns, Ricardo Pinheiro, pela merecida homenagem!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Encontro com juízes e promotores no batalhão de Assis

 
O 32º BPM/I (do CPI-4) promoveu, nesta sexta-feira, dia 27 de outubro o "Encontro com Juízes e Promotores" da região do Médio Vale do Paranapanema, área de circunscrição da Unidade que compreende 13 municípios.
Dezenove convidados marcaram presença, junto com os oficiais do Batalhão em uma manhã produtiva, com exposição das atividades desenvolvidas pela Polícia Militar na região (apresentada pelo Tenente-Coronel PM Franco Nassaro, Comandante) e uma palestra sobre "Medidas de Segurança Pessoal", apresentada pelo Tenente PM Xavier, da 1º Companhia, Assis.
O Comandante destacou que esse é um encontro inédito e que abre possibilidades de uma maior integração, aproximando oficiais, juízes e promotores para o propósito da segurança pública na região, com foco na prevenção e na repressão criminal, facilitando os trabalhos das Instituições.
Todos receberam certificados de participação e conheceram parte das instalações do Batalhão.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Comandante Regional de Bauru, Coronel Airton, visita o Batalhão de Assis


Oficiais do Batalhão de Assis receberam, em 29 de agosto, a visita do Coronel PM Airton, Comandante do Policiamento do Interior-4 (CPI-4, Bauru). Realizou-se uma reunião produtiva, com apresentação de Diagnóstico local, Plano de Comando e estratégias para manutenção do controle da criminalidade, com Operacionalidade Máxima na região.

Matéria divulgada pela Prefeitura de Assis: Ricardo Pinheiro ressalta a importante parceria com a PM de Assis


Durante a sessão solene de entrega de cinco decibelimetros da Prefeitura de Assis ao 32º Batalhão da Polícia Militar do Interior, ocorrido na manhã de quinta-feira, dia 29, o Prefeito de Assis ressaltou a importância da parceria da Prefeitura com a Polícia Militar, evidenciada no convênio da Atividade Delegada que teve início no mês de maio.

A Atividade Delegada era um dos planos de governo do prefeito Ricardo Pinheiro. A atividade é um convênio entre o Estado e o município no combate à criminalidade, onde policiais militares em folga trabalham no policiamento ostensivo e preventivo em áreas pré-determinadas pelo poder municipal.

A presença ostensiva de policiais militares nos locais da Atividade Delegada evita a prática de crimes como roubos e furtos, de modo que a população tenha mais segurança, inclusive em alguns pontos em que eram reivindicados pela sociedade, como o Parque Buracão, o Terminal Rodoviário, Cemitério Municipal e Mercado Modelo Municipal.

“Já temos dados concretos da diminuição efetiva da criminalidade na cidade, o convênio em Assis é referência em toda a região, e com certeza a população está se sentindo mais segura” afirmou Ricardo Pinheiro.

Para a melhor execução da Atividade Delegada em Assis, existe uma comissão paritária, que é formada por representantes da PM e da Prefeitura, e que define mês a mês detalhes para o melhor desempenho dos trabalhos. Assim, sempre buscando a maior proteção da sociedade, o efetivo nas ruas aumentou, passando a ter 12 homens trabalhando na segurança à população, em seus horários de folga.

O governo do Estado, através do governador Geraldo Alckmin e do deputado estadual Mauro Bragato, foi essencial para a assinatura do convênio para a Atividade Delegada em Assis, sendo um importante passo no desenvolvimento da cidade.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Operacionalidade Máxima no Batalhão de Assis

 Durante os meses de agosto, setembro e outubro, o Batalhão de Assis desenvolve o programa "Operacionalidade Máxima", objetivando a redução de índices criminais na região e transmitir maior sensação de segurança à comunidade local. Conheça um pouco da doutrina de emprego do efetivo de forma concentrada, conforme artigo a seguir, sob o título:

Operacionalidade Máxima na Polícia Militar


              As pessoas clamam por mais policiamento quando se sentem inseguras. Em contraste com o recorrente pedido de “mais policiais nas ruas”, é fato que todos os recursos são naturalmente limitados e não há mesmo possibilidade de colocar um policial em cada esquina. Mas, os chefes de polícia devem atentar às solicitações como um sinal de inconformismo da sociedade e de uma demanda reprimida de atendimento, ainda que a omissão ou a inoperância de outros órgãos públicos contribua - e muito - para esse sentimento coletivo que culmina no reclame por mais policiais uniformizados, sempre.
             O senso crítico e as exigências têm aumentado principalmente nas cidades do interior do Estado que conheceram, em passado recente, o fenômeno da interiorização da violência, pela diminuição das distâncias em um mundo em rede e pelo aperfeiçoamento de todas as formas de ação humana (também as delituosas). Em contrapartida, a Polícia Militar de São Paulo elegeu como prioridade, nos últimos anos, potencializar os seus programas de policiamento (Radiopatrulha – atendimento 190, Força Tática, Ronda Escolar, Policiamento Comunitário, Policiamento Integrado, ROCAM - motos) e os seus gestores enfrentam cobrança da sociedade organizada quando os índices criminais se elevam, mesmo que pontualmente e em pequeno nível, no movimento cíclico compreensível aos estudiosos da dinâmica criminal.

                A ponderação de que a violência e a criminalidade não constituem questão apenas de polícia é importante e mesmo indispensável nessas reflexões. Verdade que os policiais lidam com as consequências da péssima distribuição de renda, da falta de oportunidades de desenvolvimento humano, da apologia ao consumismo, da desestruturação familiar, de uma legislação processual e de execução penal frágil e extremamente concessiva, da invasão das drogas e armas que entram pelos milhares de quilômetros de fronteira seca de um país continental. Todavia, defende-se que a reação rápida e concentrada do policiamento ostensivo (de polícia militar) em esforço integrado com o segmento policial de investigação (de polícia civil) tem a capacidade de estancar a criminalidade em um impactante movimento de contenção; portanto, em um período limitado, a energia da força policial traz efeito imediato e talvez suficiente para a reorganização de outros serviços públicos e a mobilização dos demais órgãos com responsabilidade no mais amplo Sistema de Segurança Pública. Nessa perspectiva, admite-se que, para efeitos duradouros - em médio e longo prazo - são necessárias políticas públicas mais complexas e que extrapolam o papel constitucional da atuação das forças policiais, não obstante o seu impacto imediato.
                Então, para o atendimento de justas reivindicações da sociedade, sempre por mais segurança, temos testemunhado a busca permanente do plano ideal de emprego dos agentes públicos treinados, armados e identificados pelo uso de uniforme, em esforço que alcança todos os níveis gerenciais, alguns com mais e outros com menos sucesso. Chamo esse padrão (plano ideal), que alguns consideram utópico, de “Operacionalidade Máxima”, o que basicamente significa uma proposta de plena eficiência da polícia ostensiva na preservação da ordem pública, essencialmente atuante na prevenção e na repressão imediata à prática criminal. E lembro que a eficiência é um princípio constitucional imposto a todos os órgãos públicos (artigo 37 da CF).
              Tal como os pães e peixes que parecem insuficientes na passagem bíblica, há que existir - e existem mesmo - meios para multiplicar recursos humanos e maximizar o seu emprego na atividade fim, no precioso espaço que conhecemos como “operacional” ou linha de frente da força policial. Por isso, os policiais que se encontram no enfrentamento direto à criminalidade devem ser valorizados em todos os aspectos, estabelecendo-se uma real noção de sua relevância, a fim de que a atividade de “apoio” (do efetivo em função administrativa) não se projete em condição superior.
  Os gestores de policiamento têm papel fundamental nesse propósito e devem criar condições propícias ao máximo desempenho das equipes, estabelecendo um ambiente produtivo, concentrando-se nos aspectos motivacionais, na mobilização de pessoas. Não podem desperdiçar seu tempo e energia com burocracias inúteis e compromissos superficiais, mas investir no fator humano, na valorização dos seus profissionais; devem liderar ações e estratégias de sucesso.
           A criatividade e a iniciativa dos comandantes operacionais, enquanto gestores, devem ser estimuladas e sempre com foco na produtividade - que se pode mensurar - pois as soluções locais são também as mais eficazes, pela proximidade do problema enfrentado. Também é fundamental que os resultados do policiamento sejam analisados e divulgados sob seu aspecto positivo, como resposta ao compreensível aspecto negativo da incidência criminal; por exemplo, destaca-se a quantidade de abordagens policiais, as apreensões de armas, as capturas de procurados pela Justiça e as prisões em flagrante que foram concretizadas pelas intervenções de policiais proativos, apesar da incidência criminal (gestão por resultados e visão do crime como fato social).

             Nota-se a imediata consequência desse esforço: os infratores legitimamente detidos deixam de praticar delitos enquanto estão reclusos, ou custodiados por terem agredido à própria sociedade. Ao mesmo tempo em que a Operacionalidade Máxima reflete o aumento de prisões em flagrante e outros indicadores, ocorre o aumento da sensação de segurança pela maior presença da força policial e o sentimento de punibilidade, ou seja, a percepção de que o crime não compensa por conta da repressão policial eficiente.
           Portanto, mais que um simples conceito, a proposição trata de uma postura profissional, enquanto individual e, ao mesmo tempo, institucional no seu conjunto. A Operacionalidade Máxima impacta a sensação de segurança, na condição de produto imaterial, como percepção coletiva. Do mesmo modo, o aspecto da motivação dos agentes policiais se estabelece como uma grande corrente em favor das realizações do policiamento preventivo. Desse modo, registra-se a principal mensagem da Operacionalidade Máxima: ao esgotar os recursos disponíveis, como órgão público em plenitude de ação, “a Polícia está fazendo bem a sua parte”.

Adilson Luís Franco Nassaro
Major PM Comandante Interino do Batalhão de Assis