REGIÃO DE ASSIS

REGIÃO DE ASSIS/SP. NOTÍCIAS E ORIENTAÇÕES SOBRE POLÍCIA OSTENSIVA E PRESERVAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA NOS 13 MUNICÍPIOS DA ÁREA DO 32º BPM/I, SUDOESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO (ASSIS, PARAGUAÇU PAULISTA , CÂNDIDO MOTA, PALMITAL, TARUMÃ, MARACAÍ, CRUZÁLIA, LUTÉCIA, PEDRINHAS PAULISTA , FLORÍNEA, IBIRAREMA, PLATINA E CAMPOS NOVOS).

VEJA E BAIXE A REVISTA COMEMORATIVA DOS 25 ANOS DO BATALHÃO (CLICK AQUI), EM PDF! NOSSA HISTÓRIA REGISTRADA.

quinta-feira, 26 de julho de 2012


Pela extinção dos comentários irresponsáveis sobre Polícia


Soube que a Folha de São Paulo publicou em 24 de junho de 2012 um artigo sob o título "Pela extinção da PM". Algumas pessoas perguntaram qual minha opinião; então, não vou me omitir e vou publicar minha posição.

O articulista filósofo soma argumentos para condenar de forma irresponsável e generalizante as ações da Polícia Militar e sua estrutura, mas o fundo de sua critica no texto - que remete à recente indicação da ONU (uma dentre 170, é bom lembrar...) é a vinculação da polícia com instituições militares. No Brasil, as polícia militares não trabalham vinculadas ao Exército (apenas sua estética é militar: alguém deve dizer isso a ele pois está mal informado).

Mas, é sempre assim, quando surge uma ocorrência impactante em que morre uma pessoa de certa projeção (como é o caso do empresário que a mídia divulgou exaustivamente) aparecem os "arautos" de plantão que tentam condenar a Polícia Militar como um todo, generalizando alguma eventual falha (que nunca deixou de se apurar, com as devidas responsabilizações se for o caso, ao contrário do que acontece em muitos outros ambientes...). Mas, quando morre um policial em serviço, ou executado por vingança (e vários foram assim vitimados recentemente), a repercussão nunca é a mesma: não há interesse nessa matéria, ela "não merece" o esforço do articulista.

Então vamos refletir e filosofar para valer, sem medo da verdade. Que país é esse em que a autoridade policial (militar ou civil) é desacatada e o infrator apenas "paga cesta básica" (isso se chegar a ser condenado...note); que país é esse em que o cidadão foge de bloqueio policial e nenhuma responsabilidade é imputada a ele... e por isso muitos irresponsáveis, bêbados e drogados ao volante (empresários ou não), até criminosos, questionam uma iniciativa de abordagem, desafiam ostensivamente qualquer iniciativa que o policial toma para defender a própria sociedade (da qual o policial faz parte), provocam, xingam e até chutam os testículos de um sargento fardado como aconteceu na última sexta-feira a noite em ocorrência em que eu mesmo compareci e registrei na minha região.

Pergunto: por que o crime praticado contra um policial, que representa o próprio Estado, não tem punição mais grave, como acontece nos países apresentados pelos mesmo "pensadores modernos" de sempre como modelo para nós? Querem viver no caos, é isso? Está cada vez mais difícil ser policial ou professor em uma sociedade carente de educação e de aparato legal que não estimule a impunidade.

Mas eu confio muito em nossa Polícia e nos seus excelentes profissionais (a grande maioria): os cidadãos de bem sabem defendê-la e defendê-los, também.

Quanto à São Paulo, a Polícia Militar tem mostrado muita eficiência e até poucos erros pela sua dimensão. Não existe no Brasil uma estrutura policial tão bem montada, preparada e administrada como a Polícia Militar de São Paulo. Falhas existem, pois trata-se de uma grande Instituição, com quase 100.000 homens. E vamos continuar corrigindo essas falhas, pois servimos para proteger vidas, fazer cumprir a lei, combater a criminalidade e preservar a ordem pública. Isso é muito sério, uma missão que poucos conhecem bem a ponto de escrever sobre ela com legitimidade e, por isso, a insinuação sobre "extinguir a PM" já soa como irresponsável.

O filósofo que se propôs a assinar o artigo deveria conhecer melhor a Instituição antes expressar-se com base apenas em leituras superficiais sobre assunto tão grave, material que coleta no próprio jornal que patrocina sua crítica não construtiva e infundada.


Adilson Luís Franco Nassaro
Major PM Subcomandante do 32. BPM/I
Divulgue a vontade, citando a fonte.

Referência: http://www.vermelho.org.br/ap/noticia.php?id_secao=1&id_noticia=189285

terça-feira, 17 de julho de 2012

Reunião de Análise Criminal e planejamento operacional

O Batalhão de Assis mantém com muita seriedade o planejamento das ações de policiamento mediante a realização de reunião mensal de análise crítica (RAC-1). Além desse encontro, cada comandante de companhia elabora seu plano de policiamento inteligente semanal, com envolvimento direto do coordenador operacional do batalhão. A presente matéria publicada reflete esse esforço em uma gestão de qualidade, pela eficácia das ações no policiamento preventivo na região do médio Vale do Paranapanema, envolvendo treze municípios. Sucesso a todos os conpanheiros!

Anos 1950: pátio da Academia do Barro Branco


Força Pública SP - final da década de 1950. Cadetes do antigo Centro de Formação e Aperfeiçoamento - CFA (atual Academia de Polícia Militar do Barro Branco - APMBB, em São Paulo) em instrução de policiamento com a presença de Praças e viatura de Rádio Patrulha.

Interessante esse momento histórico. Até o final dos anos 1940, a Força Pública vivia ainda sob o impacto da Revolução de 1932, com a diminuição dos seus recursos pois era vista como o "Pequeno Exército Paulista". A partir da década de 1950 começa a se especializar, optando definitivamente pelo policiamento ostensivo e vive uma fase de grande crescimento em seus recursos materiais e humanos. Hoje a Instituição é reflexo da soma desses momentos históricos: a Força dos paulistas manteve-se íntegra, superando tantos desafios e avança pelo século XXI como promissora Polícia que privilegia a atuação preventiva e seu compromisso com o cidadão, protegendo vidas, fazendo cumprir a lei, combatendo a criminalidade e preservando a ordem pública. Viva nossa Polícia Militar!

Adilson Luís Franco Nassaro
Major PM Subcomandante do 32º BPM/I
Região de Assis/SP

domingo, 8 de julho de 2012

80 Anos da Revolução Constitucionalista

            Não vou escrever sobre detalhes do movimento cívico-militar de 1932, uma verdadeira guerra civil que uniu gente de todas as classes sociais contra o governo central ditatorial de Getúlio Vargas. Proponho reflexão sobre o seu significado, o motivo que mobilizou grande parte da população de São Paulo e do sul do Estado do Mato Grosso: homens, mulheres e muitos jovens, inclusive adolescentes como o escoteiro Aldo Quioratto que morreu como mensageiro a serviço da causa revolucionária em bombardeio na cidade de Campinas.
            Vários depoimentos e registros oficiais dão conta de que, apesar da existência de uma oligarquia estadual inconformada com a perda do poder, depois de décadas de monopólio do governo central em revezamento entre São Paulo e Minas Gerais, o ideal que congregou milhares de voluntários não foi a simples tomada de poder, muito menos uma “independência de São Paulo” - ainda que houvesse uma minoria que a defendesse - mas acima de tudo o restabelecimento de um Estado Democrático de Direito, com a promulgação do seu símbolo maior: uma legítima Constituição Federal.     
             São Paulo, assim como outros Estados, vivia sob o governo de interventor federal, nomeado por Getúlio Vargas ao assumir provisoriamente o governo brasileiro, vitorioso na Revolução de 1930. Reforçando o conflito com São Paulo, o ditador dissolveu o congresso nacional e também o legislativo estadual e municipal.
            Insatisfeitos, os paulistas realizaram uma grande campanha, envolvendo jornais e rádios, conseguindo mobilizar grande parte de sua população: apresentaram-se mais de 200.000 voluntários. Desses, 35.000 lutaram durante três meses (de 09 de julho a 02 de outubro) contra o exército organizado pelo governo ditatorial, que contou com 100.000 homens. Os paulistas ficaram praticamente isolados pela propaganda ideológica que acusava o Estado de São Paulo de estar nas mãos do fascismo italiano (trazido pelos imigrantes) e que o motivo da revolta seria a separação do Brasil.
            Apesar da prova de coragem dos voluntários - junto com o efetivo da Força Pública - em uniformes de cor cáqui e capacetes de aço, foi assinada a rendição diante do exaurimento bélico, selando-se a paz. Seguiram-se prisões, cassações e deportações ao fim do último grande conflito armado no país. Estatísticas confirmam 830 mortos; mas, estima-se que milhares de brasileiros perderam a vida e outros muitos foram feridos defendendo princípios democráticos. Apesar de derrotados nas armas, os paulistas alcançaram seu objetivo principal na medida em que no ano seguinte foi instalada a assembléia constituinte, promulgando-se uma Constituição Federal em 1934 com várias garantias, entre elas o voto feminino até então inexistente. Por isso, afirma-se que a Revolução Constitucionalista obteve vitória moral.
            A data de 09 de julho, feriado no Estado de São Paulo (em virtude da Lei Estadual 9.497, de 1997), representa uma oportunidade para rememorar o legado dessa história de civismo, de patriotismo e de defesa dos valores democráticos materializados na Constituição. Não por acaso, jovens como Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo - cujas mortes em 23 de maio na Praça da República inspiraram a sigla e a senha do Movimento (M.M.D.C.) - lançaram-se à luta portando a bandeira paulista oficializada na mesma época com o mapa do Brasil em destaque acima das treze listras.
            Podemos afirmar aos poucos Veteranos ainda vivos, hoje com bem mais de 90 anos, que o seu esforço não foi em vão. No seu exemplo encontramo-nos como paulistas e acima de tudo brasileiros defendendo um país melhor.
            Depois de oito décadas de relatos de heroísmo na defesa de um ideal que mobilizou tanta gente, vivemos em uma democracia consolidada, apesar do pouco exercício de cidadania e mesmo da falta de uma consistente educação política. E ainda almejamos justiça social, equilíbrio na distribuição de renda e de oportunidades, melhores condições de vida para todos os cidadãos; enfim, queremos o fiel cumprimento dos mandamentos constitucionais em um país forte e unido.
                                                            Adilson Luís Franco Nassaro
                                                           Major PM Subcomandante do 32º BPM/I
                                                           (Região de Assis/SP)
             

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Uma mensagem da Polícia Militar ao Bispo Dom Simão, novo "Cidadão Assisense"

Alguns podem perguntar: o que um policial teria a dizer nesta oportunidade de homenagem? Mas eu explico, Dom Simão: como no trabalho religioso, a missão dos policiais também deve ser fruto de uma vocação e, no nosso caso, retratada no lema universal “servir e proteger”.

Preocupamo-nos com o próximo e, acima de tudo, valorizamos a vida! A Igreja Católica, além de todas as suas atividades propriamente religiosas em sentido estrito, desenvolve um trabalho social de extrema relevância por meio de suas “pastorais”, de suas “missões”. É admirável essa atuação em benefício do próximo.

A preocupação com os mais necessitados, que são também os mais vulneráveis, contribui de forma expressiva para que tenhamos uma sociedade menos violenta, associada aos próprios ensinamentos que a vida cristã nos transmite, seja pelo exemplo, seja pela pregação, seja pela própria assistência aos que dela precisam.

Ainda, por vezes uma palavra de esperança tem a força de dar um rumo a quem se sente desamparado, de mostrar o sentido da vida de respeito ao próximo, de busca do equilíbrio interior. A espiritualidade é necessária para livrarmo-nos do egoísmo, do materialismo exacerbado, enfim, da falta de paz.

Se todas as crianças e jovens tivessem um lar cristão, se todos se esforçassem em seguir os mandamentos de Cristo, não viveríamos em um mundo com tanta violência e o trabalho da Polícia e da Justiça seria mais fácil. Se a lei de Deus fosse observada; se todos amassem “o próximo como a si mesmo”, não teríamos que “fazer cumprir” as leis dos homens, tarefa desenvolvida pela polícia especialmente.

Então, o ideal de uma sociedade fraterna, justa, equilibrada nos aproxima inexoravelmente. Essa homenagem que Vossa Reverendíssima ora recebe do povo de Assis certamente é uma retribuição pelos seus inquestionáveis méritos pessoais na liderança da força transformadora da Igreja Católica Apostólica Romana muito presente, atuante em nossa região.

Por isso registramos nossos cumprimentos, parabenizando-o por essa justa homenagem. Que Deus bondoso, continue iluminando sempre o seu caminho e vocação, com muita paz, saúde e harmonia!

Adilson Luís Franco Nassaro
Major PM Subcomandante do 32º BPM/I (Região de Assis/SP)

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Homenagem ao "PM do mês": Sd PM Rodrigo

HISTÓRICO:
O Sd PM Rodrigo foi eleito policial militar do mês de maio de 2012, da área do 32º BPM/I, em virtude de ser profissional altamente capacitado dedicado e prestativo, pois tem exercido suas missões de forma exemplar como podemos destacar: Nos dias 13,16 e 29MAI12, retirou das ruas cinco infratores acusados de Tráfico de Entorpecentes, prisões estas que obtiveram grande repercussão na mídia.

Nestas ocorrências foram apreendidas porções de maconha, cocaína e crack, além de dinheiro, aparelhos celulares, e vários objetos de origem duvidosa. Merece destaque a sua participação em duas ocorrências com condenados capturados.

Tal desempenho operacional é fruto da perseverança e dedicação incontestável que o Sd PM Rodrigo demonstra em todos os seus turnos de trabalho e os resultados já podem ser sentidos nos índices criminais de Paraguaçu Paulista.

As prisões que o Policial Militar realizou no mês de maio trazem alívio à sociedade, que atribui a Policia Militar um grande respeito e comprometimento, além de diversos elogios da comunidade local e Comando.

As ações do Sd PM Rodrigo são meritórias, demonstram total coordenação com outras equipes; caráter ilibado, profissionalismo e amor à causa pública. Trata-se de um verdadeiro exemplo, digno de ser seguido por seus pares.

Pelo exposto, recebe justamente o Título de PM do Mês, como forma de valorizá-la junto aos seus pares e subordinados. Parabéns ao nosso companheiro: o seu trabalho é muito importanto para o sucesso de todo o batalhão!

Reunião para estratégia operacional envolvendo Polícia Militar e Polícia Civil da região

Na manhã de segunda-feira, 11 de junho, estiveram reunidos, pela primeira vez, o comandante do 32º Batalhão da Polícia Militar do Interior e o delegado seccional de Polícia Civil de Assis, respectivamente tenente coronel Marcos Cesar Gritscher Leite e Newton de Calasans Júnior.

Calasans foi empossado há 50 dias e Gritscher Leite há 22; por isso a importância do encontro entre os representantes maiores da segurança pública de Assis e outros 12 municípios abrangidos. "Cheguei aqui há pouco tempo e tenho notado grande empenho, tanto dos policiais militares, como dos civis", disse o oficial da PM.

O delegado seccional expôs durante a reunião que estranha os comentários de que a criminalidade aumentou em Assis e região: "Fazendo um comparativo entre o mesmo período de 2011 e 2012 constatamos que houve o mesmo número de homicídios (10) em Assis e região. A taxa de roubo reduziu em 7, 05%, a de furto, em 4, 08%, a de roubo de veículos, em 45%. O furto de veículos aumentou em 30%, mas em comparação com abril e maio desse ano houve diminuição de 27%", afirma.

As duas lideranças adiantam que estão programando operações conjuntas e compartilhamento de informações. Tanto o delegado, quanto o tenente coronel declaram que a polícia precisa do engajamento de toda a sociedade para o enfrentamento da criminalidade.

(Crédito ao porta de notícias "paraguaçucity" que divulgou matéria com a imagem)

Tenente-Coronel Marcos César é o novo Comandante do batalhão de Assis

No dia 24 de maio de 2012, o 32º Batalhão da Polícia Militar do Interior/Assis recebeu seu novo comandante, o tenente-coronel Marcos César Gritscher Leite, natural de Marília, que já trabalhou em Assis e Cândido Mota e voltou para a região, justamente no dia de sua promoção de major a tenente-coronel, substituindo a vaga deixada por Dhaubian Braga Brauioto Barbosa, que passou para a reserva no último fevereiro.

Marcos César expressou sua satisfação pela designação ao cargo, haja vista que já conhece bem a região e as questões relacionadas à segurança pública dos 13 municípios de abrangência do 32ºBPM/I.

O comandante conta ter entrado para a Polícia Militar no ano de 1985, quando iniciou o curso na Academia de Polícia Militar de Barro Branco. O oficial passou por várias unidades, dentre as quais os batalhões de Marília e de Ourinhos. “Espero realizar um trabalho de acordo com os anseios dos moradores, e conto com a colaboração de todos. Estou aberto às opiniões e participações de toda a sociedade no combate à criminalidade”, finaliza.

(créditos ao jornal Voz da Terra, de Assis, que veiculou a notícia)

Recentes prisões e importância da participação da comunidade

A Polícia Militar informa a população de Assis e região as últimas ações de policia desenvolvidas desde o início do mês de Junho. Até a presente data foram autuados em flagrante delito 9 criminosos pela pratica de Crime de Roubo, bem como foram retirados do convívio social 9 pessoas que estavam com mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário. Temos certeza que estas prisões contribuirão para a redução dos indicadores de criminalidade de nossa região.

Devido às características e particularidades do crime de Roubo, esta modalidade criminosa é um dos principais focos que norteiam todo planejamento de emprego operacional da Polícia Militar. O direcionamento do policiamento e as ações rápidas na atuação de um caso concreto, motivadas é claro, pela denúncia eficiente dos cidadãos é que permitiram tais resultados.

A parceira com a comunidade é imprescindível para que a Polícia possa atingir seus objetivos; assim, é de suma importância que a população denuncie o mais rápido possível o acontecimento de qualquer crime de que tenha conhecimento. A denúncia rápida e com detalhes (tipo e cor das roupas, o número de pessoas, o tipo de arma utilizada e principalmente a rota e o meio de fuga utilizados pelos criminosos) propicia ao policiamento operacional uma maior chance de interceptar e prender os infratores que praticam crimes em nossa cidade e Região.

Essa parceria sólida e constante entre Polícia e Comunidade, além de garantir uma maior efetividade nas prisões, contribui para aumentarmos a Sensação de Segurança para toda a nossa população.

"Polícia Militar: Compromisso com o Cidadão".