(Na imagem: inauguração da sede do 32º BPM/I, em 12 de abril de 1986. Coronel PM Iracy Catalano em destaque).
O Comandante Interino do 32ºBPM/I, Maj PM Adilson Luís Franco Nassaro, convida para a inauguração da EXPOSIÇÃO DE FOTOS HISTÓRICAS DO BATALHÃO DE ASSIS, no Terminal Rodoviário do município, sito à Av Getúlio Vargas, dia 02 de Julho às 10:30h, em comemoração aos "108 anos da cidade de Assis."
A exposição permanecerá aberta à visitação até o dia 07 de julho, das 08 às 17 horas.
Seção de Comunicação Social
REGIÃO DE ASSIS
REGIÃO DE ASSIS/SP. NOTÍCIAS E ORIENTAÇÕES SOBRE POLÍCIA OSTENSIVA E PRESERVAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA NOS 13 MUNICÍPIOS DA ÁREA DO 32º BPM/I, SUDOESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO (ASSIS, PARAGUAÇU PAULISTA , CÂNDIDO MOTA, PALMITAL, TARUMÃ, MARACAÍ, CRUZÁLIA, LUTÉCIA, PEDRINHAS PAULISTA , FLORÍNEA, IBIRAREMA, PLATINA E CAMPOS NOVOS).
VEJA E BAIXE A REVISTA COMEMORATIVA DOS 25 ANOS DO BATALHÃO (CLICK AQUI), EM PDF! NOSSA HISTÓRIA REGISTRADA.
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sexta-feira, 28 de junho de 2013
Exposição de Fotos Históricas do Batalhão de Assis
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terça-feira, 11 de junho de 2013
Qualidade nas abordagens
Não é segredo o fato de que o infrator da lei utiliza o
fator surpresa para obter vantagem em uma ação com pouco risco para si, ou
melhor, com um risco por ele calculado como baixo. Significa que se um criminoso
armado sentir necessidade ou vontade, nessa percepção de superioridade, poderá
atirar ou agredir quem ele acha que pode prejudicar seus objetivos. Do ponto de
vista da vítima surpreendida, ela se encontrará em posição fragilizada diante
da ameaça que traz embutida a transferência para si de grande parte do risco da
conduta criminosa.
A forma clássica
de superar esse confronto e relação desigual é a intervenção da força policial verificada
no âmbito do policiamento preventivo, comum nos mais diversos países, sempre
mediante abordagens e identificação de pessoas por agentes uniformizados. De
fato, como representação e também como presença do Estado - que exerce o
monopólio do uso legítimo da força - os policiais são imediatamente
reconhecidos nas suas iniciativas em defesa de pessoas contra as ações
criminosas e revertem a surpresa, ao abordarem inesperadamente, sempre em
benefício do próprio cidadão.
Quando o policial seleciona alguém em
atitude ou circunstância percebida como suspeita, para realizar uma abordagem
policial rotineira com busca pessoal, o fator surpresa estará totalmente ao seu
favor. Ele poderá observar a reação do revistado surpreendido, entrevistá-lo e
confrontar informações sem revelar o motivo que despertou sua atenção e a
avaliação de suspeita. Ainda, se houver alguma reação, rapidamente o policial será
capaz de dominar o indivíduo em segurança.
Em razão
da versatilidade do emprego da abordagem policial (que envolve ordem de parada,
busca pessoal, identificação e eventual encaminhamento em caso de infração),
ela é considerada o principal procedimento operacional no campo da prevenção,
trazendo resultados expressivos e contabilizáveis como prisões, apreensões de
drogas e armas, recuperação de veículos e libertação de reféns de sequestros
relâmpagos.
O número de abordagens policiais
realizadas pela Polícia Militar no Estado de São Paulo, por ano, alcança 11
milhões e, com base nos indicadores operacionais, confirma-se que, em média, a
cada 1.000 buscas pessoais, torna-se possível: prender 10 criminosos; recuperar
6 veículos; apreender 2 armas de fogo; apreender 4 Kg de drogas. Esses dados
oficiais foram divulgados em folheto produzido pelo setor de Comunicação Social
da Instituição, sob o título: “Obrigado por colaborar!” para recente campanha
realizada sobre abordagem policial, objetivando a conscientização da comunidade
sobre a sua importância, como recurso indispensável para o sucesso do
policiamento preventivo.
O resultado do aumento das buscas
pessoais e identificações, com qualidade, será sempre o aumento das prisões em
flagrante, das apreensões de objetos ilícitos portados ou transportados
(especialmente armas e drogas) e também a captura de procurados pela Justiça.
Estes últimos são indivíduos contra quem pesa um mandado de prisão pendente de
cumprimento por condenação, pela decretação de prisão preventiva, pela
suspensão de algum benefício para responder processo criminal em liberdade, por
eventual fuga de estabelecimento prisional ou pelo não retorno em face da
cessação da autorização de algum benefício processual como o da saída
temporária, quando o indivíduo será considerado foragido. Além dos casos da
esfera criminal, no Brasil ainda podem ser cumpridos mandados de prisão por
inadimplemento de pensão alimentícia e, excepcionalmente, pela condição de
depositário infiel.
A qualidade preconizada nas
abordagens significa que apenas a evolução numérica - controlada pela quantidade
- trará necessariamente o aumento dos resultados desejados (contabilizáveis,
como demonstrado). Os policiais devem ser instruídos constantemente para que se
orientem pela oportunidade, pela suspeição de comportamentos com base na sua
experiência profissional, o que, aliás, é condição para a legitimidade das
intervenções policiais que restringem direitos individuais em prol da
coletividade. A escolha correta do sujeito passivo da abordagem policial é capaz
de trazer, além de bons indicadores operacionais, a sensação de tranquilidade
geral (ou percepção de segurança) em razão de que a polícia está operante e com
o foco certo, identificado nas iniciativas de seus agentes.
É necessária tal preocupação dos
gestores (a qualidade da abordagem) para que não se incentive o aumento puro de
intervenções em razão de que os agentes normalmente preenchem relatórios
individuais de atividade policial constando os dados do abordado (inclusive RG)
e podem se sentir compelidos a simplesmente “mostrarem serviço” ao chefe, sem
que se alcance o objetivo pretendido. Importa, sem dúvida, a qualidade tanto no
fiel cumprimento dos Procedimentos Operacionais-Padrão (POPs), quanto o
critério da intervenção, ou seja, da escolha acertada do momento, da
circunstância (a oportunidade) na eleição do sujeito passivo da abordagem
policial. Esse é o mais importante exercício da discricionariedade do agente na
esfera do policiamento preventivo.
Adilson Luís Franco Nassaro
Major PM Subcomandante do 32º BPM/I
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quinta-feira, 23 de maio de 2013
Maus-tratos contra animais: ocorrências policiais e pesquisa acadêmica
Ontem, dia 22 de maio de 2013, na UNESP de Assis, durante a "XXX Semana de História", o Major PM Adilson Luís Franco Nassaro (Subcomandante do Batalhão de Assis) apresentou o trabalho "Maus-tratos aos animais: a crueldade e sua coibição no Brasil", que em breve será publicado em forma de artigo científico com base em pesquisa sobre as ocorrências policiais dos últimos dez anos envolvendo animais e os maus-tratos registrados contra domésticos e silvestres.
Como indicou o pesquisador, três principais representações de maus-tratos são identificadas no tempo recente: VIOLÊNCIA DIRETA (agressões de toda sorte, mutilações com resultado morte ou não); UTILIZAÇÃO INDEVIDA (uso em espetáculos com sofrimento, excesso de carga em uso como tração, práticas sexuais, rinhas, uso para fins ritualísticos, abate "não-humanitário", "uso" do silvestre para fins particulares como se doméstico fosse, entre outras condutas); ABANDONO (abandono propriamente dito em locais impróprios, não provimento de alimentação e cuidados básico, ação de "acumuladores", posse irresponsável, entre outras condutas).
Na oportunidade, enfatizou o Oficial: "Para os que não dão importância e a devida atenção a esses atos, uma advertência: pesquisas recentes indicam que aqueles que praticam maus-tratos contra animais têm maior probabilidade de se envolver em prática de lesões corporais e até homicídio e isso interessa muito ao policiamento preventivo, pela abordagem da recente "Teoria do Link". A forma como as pessoas tratam os animais demonstra o seu nível de civilização: o fenômeno da violência tem várias faces de expressão".
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
Ações de prevenção primária: incentivo institucional
A busca
incessante pela redução dos índices criminais não pode prescindir do trabalho
preventivo de natureza primária dos órgãos públicos em geral, especialmente
quanto ao que é de responsabilidade do Poder Executivo local. A eficiência
policial não exclui e nem dispensa a chamada “prevenção primária”. Na verdade,
a ênfase à ação preventiva em amplo sentido deve integrar a filosofia básica de
todo o sistema operacional de policiamento.
No quadro social amplo, a permanente
busca de melhoria da qualidade de vida, associado ao trabalho policial
eficiente, viabilizará a redução criminal de um modo perene e duradouro. Isso
ocorre em razão de que a criação e a manutenção de programas de geração de
renda, de emprego, de moradias, de educação em período integral, de cursos
profissionalizantes, de lazer, de cultura e de outros tantos aspectos são
capazes de propiciar um clima social menos violento e esse é o sentido da
prevenção primária.
Assim,
diversas ações podem ser desenvolvidas pelo Executivo local, somadas aos
esforços dos outros níveis de governo (União e Estados) no contexto dessa
prevenção primeira, de forma que a “prevenção secundária”, que engloba o
trabalho das polícias (propriamente policial), terá o objetivo de “conter” e
não o de “resolver” o complexo problema da criminalidade.
Programas
sociais, esportivos, culturais e de lazer direcionados aos adolescentes, por
exemplo, desenvolvidos durante os horários inversos ao que frequentam as
escolas, são excelentes instrumentos para evitar o contato com as drogas e com
a violência, podendo ainda revelar inusitados valores artísticos e esportivos.
Por esse motivo, sempre que houver oportunidade, o gestor de policiamento local
deve manifestar o apoio e o incentivo institucional quanto às iniciativas
públicas, e também às iniciativas de órgãos não-governamentais, que contribuam
no campo da prevenção primária.
Sem
prejuízo das ações de policiamento ostensivo (âmbito da prevenção policial, ou
secundária), as polícias militares igualmente desenvolvem trabalhos de
prevenção primária com grande êxito, em caráter suplementar às suas atividades
próprias. Em São Paulo, são bem sucedidos os programas PROERD (Programa
Educacional de Resistência às Drogas), JCC (Jovens
Construindo a Cidadania), JBA (Jovens Brasileiros em Ação) e de Educação para o Trânsito, entre vários outros quase
sempre dirigidos às crianças e adolescente, com emprego de policiais
voluntários e preparados para esse fim. Com tal postura, a Instituição
demonstra a sua responsabilidade social e reafirma a importância dessas
iniciativas no amplo contexto da prevenção.
O PROERD, baseado no programa
americano chamado D.A.R.E (Drug Abuse
Resistance Education), é desenvolvido pela
Polícia Militar de São Paulo e também pelas Polícias Militares de outros
estados do Brasil e visa prevenir o uso de drogas nas escolas entre as crianças
do ensino fundamental. Os temas principais são noções de cidadania,
prevenção ao uso de drogas entre escolares e desenvolvimento de técnicas
eficazes de resistência à violência. Tendo por base
uma cartilha, o aluno é convidado a discutir e assimilar conteúdos relacionados
à autoestima, sendo orientado e estimulado a resistir à pressão de colegas e da
mídia para o uso de drogas e a resolver conflitos.
O programa surgiu nos Estados Unidos
em 1983, na cidade de Los Angeles, e foi expandido rapidamente para vários
países do mundo, com simbologia e métodos uniformizados. Em São Paulo desde
1993, mais de 7 milhões de crianças frequentaram o programa. O corpo de
Instrutores PROERD é formado por policiais militares voluntários que são
selecionados e submetidos a treinamento específico para capacitação organizado
em um curso de 80 horas/aula (fonte:
http://www.polmil.sp.gov.br/unidades/de/site_proerd/programa/oprograma.html).
Além de todas as virtudes do PROERD, ele significa mais uma oportunidade de a
polícia aproximar-se ainda mais da comunidade e de esta conhecer ainda mais a
sua polícia.
O JCC constitui iniciativa do Comando
Geral da Polícia Militar de São Paulo no Brasil, baseado em um programa de
polícia norte-americana e atualmente funciona em mais de 220 escolas de todo o
país. A meta principal do programa é criar um ambiente escolar mais saudável,
livre das drogas e da violência, por meio de ações e mudanças comportamentais
que são desencadeadas por um grupo de alunos que atuam dentro da escola (jovens
e adolescentes, a partir do 5º ano estudantil),
sempre com a supervisão dos professores e a orientação de um policial militar
ou colaborador. O programa também tem por objetivo auxiliar a direção da escola
e professores a melhorar as condições da disciplina escolar, propondo idéias,
fazendo visitas que despertem entre os alunos a necessidade de mudança de
alguns comportamentos inadequados (fonte: http://www.mariliasegura.com.br/jovens_cidadania.php).
Por meio das atividades criativas realizadas, o programa forma um movimento de
liderança juvenil, disseminando boas ações comportamentais e alcançando um
ambiente escolar livre do crime e da violência.
O
Programa JCC, no Brasil, foi apresentado pela primeira vez na cidade de Bauru,
em 24 de fevereiro de 1999, pelo tenente Gerald Rudoff do Miami-Dade Police Department, durante um seminário sobre Polícia
Comunitária promovido pelo então Comando de Policiamento da Região de Bauru. O
Brasil passou a ser o primeiro país da América Latina a adotar o programa, como
uma alternativa para conter o grave problema de drogas e violência existente em
algumas escolas.
Muitos outros programas são também
desenvolvidos por policiais militares, vários deles na área de Educação para o
Trânsito. No município de Assis/SP, por exemplo, existem dois programas. O primeiro,
“Educar para o Trânsito é Educar para a Vida” é realizado por policiais
militares rodoviários voluntários da 3ª Companhia do 2º Batalhão de Polícia
Rodoviária desde 2006, com palestras dirigidas à alunos da 2ª séria do ciclo
médio da rede pública de ensino, na faixa dos 16 e 17 anos, utilizando-se de
recursos audio-visuais. O segundo, programa “Trânsito Seguro”, funciona desde
2008 no âmbito urbano, com a união de diversos órgãos públicos e
não-governamentais e agentes voluntários, mobilizando alunos em manifestações
públicas, concursos, teatros e palestras voltadas à conscientização no
trânsito, especialmente durante a Semana Nacional do Trânsito; policiais
militares participam do planejamento, do desenvolvimento e da divulgação das
várias atividades anualmente programadas.
Estrategicamente,
o investimento nesses programas com recursos humanos e logísticos disponíveis e
parcerias multiplicadoras, principalmente com órgãos de ensino, em muito
aproxima o policial da comunidade onde serve, integrando-o cada vez mais na
própria realidade social local. O fortalecimento dos laços entre polícia e
comunidade traz qualidade no atendimento, em oposição ao distanciamento frio de
mera prestação de serviço. Os policiais não permanecerão sempre - com ou sem
exclusividade – envolvidos com os referidos programas e essa experiência
enriquecedora (que para eles também significa aprendizado) refletirá no seu
desempenho profissional, isso porque as intervenções policiais implicam
contatos com pessoas e, na maioria das vezes, essas pessoas se encontram em
situação de conflito ou de fragilidade, o que exige habilidades especiais e
também sensibilidade do agente no campo do relacionamento humano.
Essa postura participativa,
especialmente nas cidades de porte pequeno ou médio mantém a Instituição
permeável no tecido social, expondo também a figura do policial como um
orientador, um promotor de direitos humanos, um mediador de conflitos, um
professor que tem algo muito importante a dizer, e, portanto, participa da
formação de uma nova geração de cidadãos. O ganho em nível de imagem
institucional também é extraordinário: a criança, ou jovem, que passou por um
dos programas provavelmente continuará reconhecendo no policial a figura de um
bom profissional e de uma pessoa que merece respeito.
Adilson Luís Franco Nassaro, Major PM Subcomandante do 32º BPM/I
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terça-feira, 23 de abril de 2013
Matéria com o Coronel PM Airton, do CPI-4, em Assis. Sobre atividade delegada em Assis e redução da criminalidade.
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
27 ANOS DE INSTALAÇÃO DO BATALHÃO DE ASSIS!
No dia 16 de abril, 9h 30min, no Teatro Municipal de Assis, o efetivo do batalhão se reuniou, com autoridades e comunidade local, para a solenidade de "Aniversário do Batalhão (27 anos de instalação), Valorização Policial e Inauguração de Retrato de Comandante". O Comando do Batalhão recebeu vários elogios pela organização impecável e brilhantismo da solenidade que contou com a presença do Prefeito de Assis, Ricardo Pinheiro, do Coronel PM Airton (CPI-4, Bauru) e muitas outras autoridades.
Segue o texto da Nota para Boletim Interno alusiva ao evento:
Nesta
manhã a alegria e a satisfação nos comovem diante das pessoas que nos honram
com as suas presenças para, mais uma vez, comemorarmos aniversário de instalação
do 32º Batalhão de Polícia Militar do Interior. Criado em 25 de dezembro de
1985, o batalhão foi instalado em abril do ano seguinte.
Por meio
do policiamento preventivo diurno, que se desdobra nos programas de
policiamento, há vinte e sete anos, o “Guardião do Vale” se faz presente vinte
e quatro horas por dia, hoje abrangendo treze municípios em sua circunscrição
(Assis, Paraguaçu Paulista, Cândido Mota, Cruzália, Campos Novos Paulista,
Florínea, Ibirarema, Lutécia, Maracai, Palmital, Pedrinhas Paulista, Platina e
Tarumã)
Também, são realizadas ações
subsidiárias em apoio ao sistema educacional por meio dos Programas PROERD -
Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência, Programa Jovens
Brasileiros em Ação, Projeto Trânsito Seguro, pois estas ações aproximam a
Polícia da população.
Neste sentido, procuramos
seguir o esforço que sempre foi dispendido por todos os policiais militares que
trabalham em nosso batalhão, dando o melhor de si para os outros, mesmo que se
necessário for com o sacrifício da própria vida, visando manter a segurança, a
tranquilidade e a salubridade pública. Quero agradecer, de forma especial, ao Tenente
Coronel PM Marcos Cesar Gritscher Leite, a quem tive o prazer de suceder no
comando de tão nobre Unidade, deixando a mim e a todos os policiais militares lições
profissionais e de vida imensuráveis.
Manifesto
os mais sinceros agradecimentos ao Ilustríssimo Senhor Coronel PM Airton Iosimo
Martinez, comandante do policiamento do interior quatro, pela confiança e apoio
que tem ofertado ao Comando e todo o efetivo deste Batalhão.
Agradeço, ainda, a todos
os Prefeitos e vereadores dos treze
municípios dos treze municípios da nossa região pela confiança no trabalho policial-militar,
pois, por meio das parcerias concretizadas estão viabilizando a realização de
diversos projetos na área do Batalhão, tais como: doações de terrenos,
reformas, ampliações e construções de nossas instalações, tudo visando
propiciar um melhor ambiente de trabalho para os nossos policiais militares,
bem como um local mais agradável para atendimento de nossa população, além dos
inúmeros projetos na área do trânsito, do sossego público e da atividade
delegada.
Aos Juízes de Direito e
Promotores de Justiça, pela credibilidade e confiança depositada em nosso
trabalho.
À nossa co-irmã Polícia Civil, agradeço pelo trabalho
conjunto, harmonioso e respeitoso que é realizado em nossa região.
Da mesma forma, não
poderíamos deixar de reconhecer a importância dos nossos colaboradores que, em
amparo às atividades do Batalhão, apoiaram de maneira inigualável para a
facilitação do cumprimento da árdua missão destinada à Polícia Militar. Por
isto, deixamos registrado esse agradecimento com a entrega do diploma “ Amigos
do Batalhão”.
O
trabalho da Polícia Militar é ininterrupto e incansável, são inúmeros
gigantes que pontuam o suor e
sacrifício de cada policial militar
deste Batalhão, perfazendo no ano de 2012 um total de 101.951 buscas pessoais,
61.976 veículos vistoriados, 865 prisões em flagrante delito, 341 condenados
pela justiça capturados, 52 armas de fogo e 123armas brancas apreendidas, 196
registros de porte/uso de entorpecentes
e 241 prisões por tráfico de drogas. Este resultado não pode ser
alcançado sozinho, a união e parceria entre os órgãos e instituições públicas,
a iniciativa, órgãos de imprensa e a população em geral tem uma parcela de
comprometimento na eficiência, qualidade e melhoria do serviço prestado de
segurança pública em cada Município de nosso Batalhão.
Por fim,
nosso agradecimento ao maior patrimônio da Instituição que são os nossos
valorosos e abnegados policiais militares, os quais têm missão e
responsabilidade de atender bem sempre e resolver quando possível, nas mais
diversas solicitações e o fazem sempre com notável comprometimento, são esses
homens e mulheres que diante de todas as dificuldades em termos de legislação,
salário e muitas vezes problemas pessoais em seu ceio familiar, superando tudo
no momento de atender uma ocorrência ficando apenas a vontade de resolver da
melhor forma possível aquela situação.
Assim
sendo, concito esses honrados profissionais, a pautarem suas condutas pela
ética, legalidade e técnica no desenvolvimento de suas atividades, sempre utilizando
os procedimentos operacionais padrão, como também os Sistemas Inteligentes corporativos
de informação e comunicação que representam evolução tecnológica disposta ao
aperfeiçoamento contínuo do policiamento preventivo.
Na data
em que comemoramos os vinte e sete anos de implantação do Batalhão de Assis,
renovo, em nome de todos os policiais militares do 32º BPM/I, o propósito de um
permanente e incansável trabalho em prol da segurança e da excelência do
serviço prestado à população. À todos os meus comandantes saúde, paz e que
tenham a proteção divina, parabéns a todos.
Quartel em Assis, 16 de abril de 2013.
MILTON ROBERTO DUDAS
Tenente Coronel PM Comandante
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segunda-feira, 25 de março de 2013
Sobre o desempenho de atividade delegada por policiais militares
A atividade delegada tem sido divulgada em São Paulo como um importante
recurso para se colocar mais policiais em serviço, mediante convênio entre a
Prefeitura interessada e a Secretaria de Segurança Pública do Estado. Na
prática, policiais em horário de folga participam voluntariamente de um
programa conjunto idealizado em um plano de trabalho e recebem por horas
trabalhadas, como vem ocorrendo na cidade de São Paulo desde 2010 com grande
sucesso (com base na lei municipal nº 14.977, de 11 de setembro de 2009).
Em razão dessa
positiva experiência, a atividade delegada vem se expandindo para o interior do
Estado e, em março de 2013, foram assinados os primeiros convênios para a
cidade de Assis, Andradina, Fernandópolis e São José do Rio Preto. Vários
outros municípios, por meio de suas Câmaras Municipais, já aprovaram leis
autorizativas e se encontram com o processo de implantação e com proposta de
convênio em trâmite.
A gratificação paga aos
policiais é consequência do interesse municipal e do acordo firmado com o
Estado de São Paulo, para que esses profissionais atuem na fiscalização em
áreas de interesse comum, as quais, em razão de suas naturezas, estão relacionadas
à segurança e a ordem pública, apesar da competência originária de atuação do
município. São exemplos de atividades que podem ser delegadas: fiscalização e
coibição do comércio irregular, proteção do patrimônio e equipamentos municipais em regiões críticas
do município, fiscalização das normas de prevenção de incêndios e de acidentes
junto às casas noturnas e estabelecimentos com grande afluxo de pessoas, bem
como o apoio à fiscalização do silêncio urbano e situações decorrentes da
deflagração de estado de criticidade monitorados pela Coordenadoria Municipal
de Defesa Civil - COMDEC.
Portanto,
não se trata de gratificação sem contrapartida, mas de remuneração por um
serviço executado em atividades próprias da competência da Prefeitura, delegadas
aos agentes do Estado, em serviço policial no município.
Basicamente,
os policiais voluntários trabalham em escala extra, na folga, por 8 horas
diárias, por até 10 dias no mês, conforme termos do convênio específico, e recebem
valor previamente fixado. Os policiais militares trabalham fardados, armados,
com rádio e viatura se necessário, com apoio do policiamento convencional,
totalmente protegidos pela legislação, inclusive no caso de algum incidente ou
acidente resultante desse trabalho. O município não assume qualquer outro
encargo além do pagamento das horas trabalhadas, economizando recursos
públicos. Quem planeja o emprego dos profissionais e fiscaliza o cumprimento
integral do acordo são os integrantes nomeados em uma Comissão Paritária, com
dois oficiais da Polícia Militar local e dois funcionários da Prefeitura.
Torna-se possível, com
a formalização do convênio, contar diariamente com a presença de mais policiais,
nos horários e locais de interesse de segurança pública e de relevância para a municipalidade,
propiciando aumento na atividade de apoio e atendimento. Para o município de Assis, por exemplo, foi ajustado o emprego de 8 policiais militares, por dia (de segunda a domingo).
O
investimento do município é muito menor que o necessário para a contratação de
novos agentes do serviço municipal e resultam benefícios imediatos para a
comunidade, gerando aumento na sensação de segurança.
Para ilustrar a
economia de recursos, basta o seguinte cálculo: para promover as fiscalizações,
o município necessitaria contratar um número três vezes maior de funcionários
(em relação ao número de policiais em atividade delegada), considerando o
regime de escala, sem contar as despesas com o suporte administrativo,
treinamento, preparação, equipamentos e manutenção essenciais ao desempenho das
funções. Somam-se a isso, os afastamentos legais e benefícios decorrentes das
contratações são fatores que inviabilizam a continuidade dos serviços no nível e
nos custos desejados, em longo prazo. Por outro lado, mesmo levando em conta
que a ação policial no município nunca tem o propósito de arrecadação, não se
pode desconsiderar que possíveis valores arrecadados com autuações e medidas
administrativas diversas são revertidos ao próprio município.
Finalmente,
o valor agregado ao agente policial é imensurável. Representa maior presença da
força pública junto à comunidade, potencializando-se o permanente trabalho voltado
à segurança pública, questão de grande clamor público e que hoje representa também
um sério desafio para a administração municipal. Por isso, o desempenho da atividade
delegada por policiais militares representa uma excelente solução para a
segurança pública local, com benefícios para todos os envolvidos: Prefeitura
Municipal, policiais militares e comunidade.
Adilson Luís Franco Nassaro
Major PM Subcomandante do 32º BPM/I
(Região de Assis)
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quinta-feira, 21 de março de 2013
Imprensa é reunida no Batalhão de Assis para propagar "Spots de Prevenção"
Um encontro ocorrido nesta manhã de quinta-feira, 21, entre oficiais do 32º Batalhão de Polícia Militar do Interior, e imprensa de Assis e região, serviu para estreitar laços, conhecer um pouco mais sobre a estrutura do quartel, que está entre os 54 batalhões do interior do Estado de São Paulo.
Na ocasião houve o lançamento do "Spot de Prevenção", um CD contendo mídias e textos para serem divulgados pelos órgãos de imprensa e auxiliar a população na questão da segurança. A Polícia Militar acredita que a união com a imprensa será uma forte ferramenta no trabalho preventivo às várias modalidades criminais praticadas no município de Assis e cidades que integram referido batalhão.
O major PM Adilson Luís Franco Nassaro destacou que nos 13 municípios atendidos pelo 32º BPMI, Assis concentra mais da metade das ocorrências criminais.
Já o coronel Milton Roberto Dudas, que comanda o batalhão de Assis, frisou que a segurança pública não é feita só por policiais, mas deve ter a participação dos moradores, por isso a importância da divulgação do spot com dicas bem abrangentes de segurança.
Ao término das explanações, os participantes se confraternizaram em um café da manhã.
Fonte: Assiscity. Veja fotos no link http://www.assiscity.com/?id=81-21740
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quinta-feira, 14 de março de 2013
Assinatura do convênio da Atividade Delegada em Assis!
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terça-feira, 12 de março de 2013
Batalhão de Assis apresenta novas viaturas de 2 rodas
Na manhã de 11 de março de 2013, segunda feira, o Comando do Batalhão de Assis apresentou à comunidade da região sete novas viaturas de duas rodas que reforçarão os trabalhos de policiamento ostensivo. Mais uma motocicleta será entregue amanhã (dia 12) para completar a renovação de oito motocicletas para emprego na ROCAM (Rondas Ostensivas com Apoios de Motocicleta), programa dinâmico de policiamento preventivo que tem viabilizado importantes ações da força policial local.
Adquiridas
pela Polícia Militar do Estado de São Paulo mediante planejamento próprio, materializam
a preocupação permanente para com as políticas de segurança. A ampliação e
renovação da frota garantem meios eficazes para trazer segurança à população. A
novidade em 2013 será o desenvolvimento da ROCAM na cidade de Cândido Mota, com
reforço do policiamento naquela cidade, sede da 3ª Companhia do Batalhão de
Assis. As viaturas foram prontamente
distribuídas para as cidades que compõem a área territorial, conforme quadro
abaixo, oferecendo melhores condições para o patrulhamento e para a ação
preventiva da Polícia Militar na região.
Cidade
|
Nº
|
Assis
|
02
|
Paraguaçu Paulista
|
02
|
Cândido Mota
|
02
|
Tarumã
|
01
|
Palmital
|
01
|
Marcadores:
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