REGIÃO DE ASSIS

REGIÃO DE ASSIS/SP. NOTÍCIAS E ORIENTAÇÕES SOBRE POLÍCIA OSTENSIVA E PRESERVAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA NOS 13 MUNICÍPIOS DA ÁREA DO 32º BPM/I, SUDOESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO (ASSIS, PARAGUAÇU PAULISTA , CÂNDIDO MOTA, PALMITAL, TARUMÃ, MARACAÍ, CRUZÁLIA, LUTÉCIA, PEDRINHAS PAULISTA , FLORÍNEA, IBIRAREMA, PLATINA E CAMPOS NOVOS).

VEJA E BAIXE A REVISTA COMEMORATIVA DOS 25 ANOS DO BATALHÃO (CLICK AQUI), EM PDF! NOSSA HISTÓRIA REGISTRADA.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Campanha de Doação de Sangue com os alunos do Batalhão



Em todo o Estado de São Paulo, a Polícia Militar vem promovendo a campanha de doação de sangue "Doar sangue é legal". Em Assis, aproveitando a fase de encerramento do módulo básico do curso de formação de novos soldados foi desenvolvida uma campanha de conscientização e todos que reuniam condições participaram em demonstração de compromisso e mesmo de fraternidade para com a comunidade local (Assis e região). Nessa época de inverno os estoques dos bancos de sangue caem muito e a participação voluntária dos alunos foi muito bem bem-vinda.







sexta-feira, 10 de junho de 2011

VEJA A IMPORTÂNCIA DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA INDIVIDUAL


Nos termos do artigo 144 da Constituição Federal, de 1988, "a segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos". Então, os cidadãos são sempre concitados a contribuírem com medidas individuais simples e que refletem na segurança coletiva. São também chamadas de "medidas de auto-policiamento", como: sempre conferir se as portas e janelas de casa estão fechadas (trancadas) antes de se ausentar; sempre trancar o veículo e retirar objetos de valor ou bolsas do seu interior quando estacionar (ainda que seja por pouco tempo), ligando algum dispositivo de segurança; adotar cautelas no saque de valores em caixas de auto-atendimento bancário, entre várias outras medidas. Ao suspeitar de alguma conduta incomum ou precisar de apoio, utilize o telefone 190.
Contribua com suas iniciativas. Por incrível que pareça, em nossa região ainda são furtados veículos com chave no contato.
Faça a sua parte, sua participação é muito importante!
Conte sempre com a Polícia Militar!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

CAMPANHA "SAQUE SEGURO" - CUIDADOS QUANDO FOR AO BANCO



No momento do saque
Procure sempre sacar seu dinheiro acompanhado de um familiar ou pessoa de confiança.

Aglomeração de pessoas
Fique atento com pessoas em sua volta e evite locais aglomerados.

Cartões de banco
Não empreste nem ceda seu cartão magnético e não deixe a senha junto com o cartão.

Bolsas e Carteiras
Tome cuidado com sua bolsa, não exiba ou retire dinheiro da carteira em público.

Pagamentos
Somente faça pagamentos em dinheiro se o valor for pequeno.
Evite sacar valores altos em espécie. Prefira sempre as transações eletrônicas, que oferecem mais segurança, comodidade e eficiência. Exemplos: DOC, TED, transferência via telefone e internet.

Balcões
Nunca coloque seu dinheiro ou sua carteira em cima de balcões ou em locais fora de seu alcance.

Na saída do banco
Ao sair do banco, olhe para todos os lados e veja se há pessoas esperando ou te seguindo.

Suspeitos
No caso de desconfiar de algum suspeito, procure o segurança do banco ou um Policial Militar.

Ajuda
Procure ajuda de um funcionário da agência bancária devidamente identificado, caso você tenha dificuldade em operar o caixa eletrônico.

Contando dinheiro
Confira o seu dinheiro enquanto ainda estiver no caixa.
Separe somente o necessário para pequenas despesas.


Caixa eletrônico a noite

Se houver necessidade de realizar saques no período noturno, prefira caixas instalados em locais iluminados e com movimentação de pessoas.

Na fila
Evite conversar com pessoas estranhas na fila, dentro ou fora do banco, principalmente se o assunto for dinheiro.

CONTE SEMPRE COM A POLÍCIA MILITAR - TELEFONE 190

quarta-feira, 1 de junho de 2011

POLÍCIA MILITAR ATENDE VÁRIAS DENÚNCIAS DE VÍTIMAS DE GOLPES POR MEIO DE TELEFONEMAS – FIQUE ATENTO E SAIBA COMO PROCEDER



Essa modalidade de crime continua acontecendo. Recentemente em nossa região várias pessoas receberam ligações telefônicas em tom de ameça. Trata-se de um golpe em que um indivíduo desconhecido liga informando que sequestrou um dos moradores da casa e exige vantagem econômica, normalmente determinando que a vítima deposite dinheiro em uma conta bancária ou deposite créditos em um determinado número de aparelho celular. Para tanto, ameaça lesionar ou até matar a pessoa que, supostamente, está sequestrada e sob sua custódia.
Para convencer a vítima, o criminoso utiliza-se de informações previamente obtidas, como por exemplo, o nome, local de trabalho ou rotina do suposto sequestrado.
Em todos os casos até aqui registrados não havia nenhum sequestro em andamento, mas sim a tentativa do criminoso ludibriar a vítima para dela obter a vantagem ilícita. Via de regra, tais ligações são realizadas a cobrar e originadas de outros Estados e até de dentro de presídios.

SE ISSO ACONTECER É RECOMENDÁVEL:
Tente manter a calma e não deixe se tomar pela emoção. O desespero faz com que a vítima não consiga racionar com clareza;
Antes de qualquer providência, tente contatar com a pessoa que, supostamente, está sequestrada, por meio do celular de amigos, de colegas da escola ou serviço.
Ligue imediatamente para a polícia e denuncie. Os policiais saberão como orientá-lo e auxiliá-lo.
Utilize o telefone 190 da Polícia Militar.
Importante. Não deixe de registrar o boletim de ocorrência.

OUTROS CUIDADOS QUE DEVEM SER ADOTADOS:

Oriente as crianças e funcionários da casa ou do serviço a não fornecerem informações a estranhos (nome, endereço, rotinas etc.). Estas informações serão utilizadas pelos criminosos.
Suspeite de telefonemas de desconhecidos ou pesquisas solicitando informações sobre moradores ou hábitos de casa; não atenda ligações a cobrar de desconhecidos; desligue imediatamente se a pessoa não se identificar.
Evite usar adesivos de faculdades, condomínios, academias, entre outros, colados no carro; esses sinais identificam seu estilo de vida e podem torná-lo um alvo atraente.
Procure manter alguém da família sempre avisado sobre seus horários, compromissos, itinerário e tempo estimado de chegada. Isso facilitará sua localização se for necessário.
Evite dar informações a pessoas que acabou de conhecer.
Não anote telefone residencial no verso de cheques, especialmente em postos de gasolina; no caso de assalto, suas informações pessoais em mãos erradas podem ser usadas pelos criminosos.

Faça sua parte. Adote medidas de prevenção! Colabore! Diante de um delito, ligue 190.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

POLÍCIA, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS

Segue artigo publicado em jornais da região.

POLÍCIA, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS

Para quem assimilou somente um traço repressivo da “defesa da ordem” em passado recente no Brasil, os valores da cidadania e dos direitos humanos podem parecer distantes da polícia, até mesmo antagônicos. Mas ocorreu uma rápida e perceptível mudança da realidade social e política no país de jovem democracia, assim como evoluíram na mesma velocidade os órgãos policiais que constituem parcela inseparável de sua sociedade. Apesar disso, por um inexplicável interesse em focar o passado e não mirar o futuro, muitos dos “novos-velhos” cidadãos não despertaram para o alvorecer da cortejada Constituição Cidadã que trouxe direitos e garantias individuais para todos, indistintamente.
No longo caminho de uma cidadania plena, diante das dimensões de exercício de direitos civis, políticos e sociais, também os policiais militares enfrentaram tempos difíceis: a maior parte do efetivo (todos os cabos e soldados) não podia votar até 1988 de acordo com a Constituição anterior, de 1967 (artigo 142). Passados os episódios do período de transição e a queda (implosão) “do muro” do famoso presídio da Zona Norte de São Paulo, ocorreram rápidas transformações dentro e fora dos intactos e centenários quartéis. A aproximação da Polícia com a Comunidade, marca da filosofia e também da estratégia operacional da Polícia Militar a partir da década de 1990, trouxe uma nova perspectiva que frutifica no século XXI, coroada por uma bem-vinda redução da criminalidade nos espaços em que se estabeleceu.
No consolidado Estado Democrático de Direito testemunha-se um promissor quadro institucional que valoriza a eficiência do órgão policial, por meio da gestão pela qualidade com uso de tecnologia aplicada à segurança pública; do serviço dirigido essencialmente ao cidadão, com a Polícia Comunitária; da promoção dos valores reconhecidos como Direitos Humanos de conquista universal do homem contemporâneo. Existe um firme propósito muito além do simples e frio “respeito” e um regular “cumprimento de normas”. Enfim, encontra-se o caminho iluminado e pavimentado com as melhores práticas e conceitos de humanização no atendimento ao público, em uma nova geração de profissionais formados para observar a essência da atividade policial que objetiva o bem comum, finalidade do próprio Estado nela materializado.
Prova de que a Polícia mudou juntamente com a sociedade é o fato de que, hoje, juízes eleitorais e servidores a serviço da Justiça Eleitoral reivindicam a presença dos agentes policiais cada vez mais próximos das urnas de votação durante os pleitos para a garantia da segurança dos trabalhos, ao passo que a legislação eleitoral em tempo recente havia preconizado “distância mínima” desse mesmo agente para evitar indevidas influências de quem lhes dava ordens. Também a emblemática escolta das urnas é confiada àqueles que outrora se pretendia manter longe dos centros das decisões. Finalmente, um último reduto daqueles que não queriam a presença do policiamento ostensivo no campus da USP, em São Paulo, parece compreender a sua necessidade e legitimidade de ação preventiva naquele espaço, depois de um trágico homicídio de um aluno.
No campo dos direito civis e sociais, a Polícia é Cidadã quando prioriza suas ações em defesa da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana, com tratamento igualitário a quem quer que necessite dos seus serviços, sempre cuidando da segurança pública que é condição básica para qualquer atividade produtiva. A Polícia é Cidadã e promotora dos Direitos Humanos quando universaliza o seu “atendimento de emergência” ininterruptamente pelo telefone 190, amparando e socorrendo vítimas de toda sorte, não somente encaminhando viaturas para ocorrências puramente policiais. A Polícia é Cidadã quando seus agentes são capazes de se sacrificar em defesa da segurança de alguém que não o conhece pessoalmente, mas identifica nele o esforço legal pelo bem da coletividade. O bom policial é, sim, um idealista.
Superado o interregno de percepção de um órgão de defesa do Estado, a Polícia busca o reconhecimento como legítimo órgão defensor do cidadão e dos seus direitos individuais. A indispensável força policial que nasce junto com o Estado em qualquer sociedade tem na Declaração Francesa dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789, preconizada sua missão perene: dentre os dezessete artigos aprovados no mês seguinte à Tomada da Bastilha - marco da Revolução Francesa - se encontra no artigo 12 a previsão da necessária criação de uma chamada “Força Pública” (Force Publique), para a sustentação da garantia dos direitos do homem e do cidadão. Independente do nome do órgão policial, a identidade resgatada não é nova, mas essencial para o bem de todos.

Adilson Luís Franco Nassaro
Major PM Subcomandante do 32º BPM/I, região de Assis.
Mestrando em História na UNESP de Assis

Para reprodução e citações desse artigo, indique uma das fontes abaixo:

NASSARO. Adilson Luís Franco. Polícia, Cidadania e Direitos Humanos. Jornal da Manhã, 21.05.2011, Marília, p. 02.

NASSARO. Adilson Luís Franco. Polícia, Cidadania e Direitos Humanos. Jornal Diário de Assis, ed. 2532, ano XI, 21.05.2011, Assis, p. 02.

NASSARO. Adilson Luís Franco. Polícia, Cidadania e Direitos Humanos. Jornal Folha do Vale, n. 917, 21.05.2011, Tarumã, p. 04.

NASSARO. Adilson Luís Franco. Polícia, Cidadania e Direitos Humanos. Jornal Voz da Terra, 24.05.2011, ano 47, n. 11.905, Assis, p. 02.