REGIÃO DE ASSIS

REGIÃO DE ASSIS/SP. NOTÍCIAS E ORIENTAÇÕES SOBRE POLÍCIA OSTENSIVA E PRESERVAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA NOS 13 MUNICÍPIOS DA ÁREA DO 32º BPM/I, SUDOESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO (ASSIS, PARAGUAÇU PAULISTA , CÂNDIDO MOTA, PALMITAL, TARUMÃ, MARACAÍ, CRUZÁLIA, LUTÉCIA, PEDRINHAS PAULISTA , FLORÍNEA, IBIRAREMA, PLATINA E CAMPOS NOVOS).

VEJA E BAIXE A REVISTA COMEMORATIVA DOS 25 ANOS DO BATALHÃO (CLICK AQUI), EM PDF! NOSSA HISTÓRIA REGISTRADA.

sábado, 3 de março de 2012

Leia a apresentação da obra, publicada em 2011 (e disponível na internet) assinada pelo Comandante Geral da Polícia Militar de São Paulo: “Estratégias de Policiamento Preventivo” foi escrito como um desafio aceito por dois Oficiais da Polícia Militar de São Paulo, para registro de suas experiências profissionais consolidadas em um amplo programa de policiamento preventivo colocado em prática no início de julho de 2009, com parceria de outros órgãos relacionados à segurança pública, na cidade e na região de Assis, sudoeste paulista, área de circunscrição do 32º Batalhão de Polícia Militar do Interior (32º BPM/I). Ao conjunto, foram acrescidas experiências reconhecidas como boas práticas desenvolvidas também em outras Unidades, relatadas de forma a enriquecer o repertório de idéias que podem ser aperfeiçoadas por gestores de segurança pública. O Coronel PM Lincoln de Oliveira Lima, com 28 anos na Polícia Militar, exerceu o Comando 32º BPM/I, quando ainda no posto de Tenente-Coronel PM e o Major Adilson Luís Franco Nassaro, com 25 anos de carreira, foi o seu Coordenador Operacional. No período concentrado de seis meses, de julho a dezembro de 2009, o programa intitulado “Indiferença Zero” causou grande impacto na comunidade regional pelos resultados rapidamente alcançados e mantidos durante períodos seguintes graças às iniciativas adotadas que, para fins de sistematização, foram agrupadas em três grandes grupos: integração, motivação/criatividade e divulgação. A cidade de Assis, que sedia a unidade policial, se localiza no médio Vale do Paranapanema, oeste paulista, a quatrocentos e cinqüenta quilômetros da capital, acolhendo uma população de quase 100.000 habitantes. Portanto, serve como boa referência para análise de evolução criminal e avaliação de desempenho operacional, no âmbito do policiamento preventivo, pois em regra as observações de incidência criminal levam em conta a proporção entre número de delitos exatamente por 100.000 habitantes. Ainda, as características sócio-econômicas não são muito diferentes de outras cidades consideradas de porte médio no interior do Estado de São Paulo, que começaram a descobrir o lado sombrio do crescimento e do desenvolvimento, mais precisamente a partir da década de 90, sobrevindo o fenômeno chamado “interiorização da violência” em processo que se identificou após a virada do século. A economia local é sustentada na agricultura e no comércio; a cidade possui parque industrial pouco desenvolvido, mas em ascensão, e um comércio fortalecido na sua área central. Assis possui sete centros de ensino universitário o que atrai um número de aproximadamente 7.000 estudantes. Essas características tornam Assis centro regional que congrega outros 12 municípios de menor população, polarizando exatamente a área de circunscrição do Batalhão e da Delegacia Seccional respectiva, com sedes locais. Outra característica que chama atenção é a concentração de estabelecimentos prisionais. Assis possui um presídio com ocupação aproximada de 1.200 presos, que cumprem penas em regime fechado e um anexo de detenção provisória com 300 presos em situação provisória, ou em trânsito. Ainda, em um raio de 40 km de distância, já em outras cidades da mesma região, existe outro presídio (em Paraguaçu Paulista), com mais 700 presos, uma cadeia em que permanecem provisoriamente os presos em flagrante da região (em Palmital), com ocupação média de 50 presos, e uma cadeia feminina (em Lutécia), com 68 presas. Se a proximidade de estabelecimentos prisionais inaugurados na década de 90 no interior do estado de São Paulo não pode ser indicada como causa imediata e exclusiva de aumento de criminalidade local, como defendem alguns estudiosos, é certo que não se pode negar o impacto social causado pela circulação de pessoas de alguma forma relacionadas aos diversos custodiados por envolvimento em práticas criminosas, grande parte deles presos na própria região, justificando iniciativas de prevenção que devem ser colocadas em prática nesse contexto. O breve relato sobre as condições encontradas na área é necessário para que o leitor se posicione a respeito das ações de policiamento desenvolvidas, razão do relato proposto, e vislumbre a possibilidade de sua aplicação em outros locais. Na verdade, ressalvadas algumas peculiaridades de determinada cidade ou região, que envolvem o fator de sazonalidade , nota-se que as mesmas dificuldades encontradas em uma cidade de porte médio (em torno de 100.000 habitantes) serão encontradas em outras, com nível populacional não muito diverso. Se o “modus operandi” dos criminosos e infratores em geral são semelhantes, as iniciativas e ações estratégicas de prevenção desenvolvidas com sucesso em determinado ambiente vão servir como solução para outros locais com os mesmos problemas e que reúnam um mínimo de semelhanças. Mesmo para o policial que atua em uma área com características geográficas e sócio-econômicas totalmente diversas da região que funcionou como laboratório dos relatos, a experiência registrada servirá como motivo de reflexão e provavelmente despertará outras aplicações que a criatividade do gestor responsável determinar, no seu respectivo local de atuação. Ainda, a possibilidade da difusão de idéias e vivências na área de policiamento preventivo - tão carente de informações e, ao mesmo tempo, tão desafiadora pela sua dinâmica - representou certamente um grande estímulo para a concepção da obra. Por fim, os autores têm consciência de que o sucesso alcançado na prevenção e na repressão imediata da criminalidade não é conseqüência de apenas uma ou outra iniciativa, mas do conjunto organizado delas, adaptado a cada realidade local, o que é responsabilidade do gestor de policiamento preventivo. Também têm a noção de que as estratégias possíveis no âmbito do policiamento preventivo não se esgotam em apenas um livro e são fruto da motivação e da criatividade dos gestores nos respectivos espaços de atuação, aliadas à integração e à divulgação. Não obstante, a sistematização das experiências e conhecimentos adquiridos ao longo da carreira lhes permitiu a elaboração de uma espécie de “manual de boas práticas” de policiamento preventivo, abordando o surpreendente número de 100 delas, conforme índice remissivo (ordem alfabética) oferecido ao final do trabalho. A pretensão é clara: fazer circular tais informações e propiciar o surgimento de outras boas práticas, inspiradas nesses mesmos registros. Álvaro Batista Camilo Coronel PM Comandante Geral da Polícia Militar de São Paulo visualize e baixe a obra completa em pdf (arquivo de 2,3 MB) no link: http://books.google.com/books?id=HXdE68HtvlEC&printsec=frontcover&hl=pt-BR

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Sobre a sensação de segurança.


A imagem mostra bem a questão da almejada "sensação de segurança" que não se confunde com "controle da criminalidade".
Existem locais hoje que apresentam baixos índices criminais (em comparação com histórico relativamente recente), mas a população se sente insegura... Esse fenômeno é explicável pela hodierna rapidez das informações e a acessibilidade maior aos noticiários que divulgam eventos - que chamam a imediata atenção - com intensidade e agilidade.
O povo tem direito de ser informado, naturalmente, e a imprensa exerce papel fundamental em um Estado de Direito democrático. Rui Barbosa já disse que “a imprensa é a vista da nação”, em sua obra intitulada “A imprensa e o dever da verdade”. E o dever da verdade também impõe a divulgação dos feitos (da Polícia em especial)contra a mesma criminalidade que apovora honestos cidadãos.
O número de prisões diárias realizadas pela Polícia Militar em situação de flagrante, por exemplo, demonstra sua eficiência e prontidão junto a outros indicadores operacionais... cada uma das ocorrências bem atendidas (e quase incontáveis) também deve chegar ao conhecimento do cidadão; o número impressionante e crescente de atendimentos pelo telefone 190 - emergência, confirma o fato de que não existe outro serviço ininterrupto com tamanha versatilidade e capacidade de resposta, pelo menos em alguns dos Estado com suas polícias melhor equipadas. O telefone de emergência foi praticamente "universalizado" nos últimos anos no Brasil (outro dia ouvi um engenheiro no Rio de Janeiro dizendo em entrevista sobre a queda de um edifício, que deveriam criar um "telefone 190" para denúncias de obras irregulares em prédios...).
Por isso o trabalho de Comunicação Social deve ser fortalecido na Instituição Polícia Militar com ação intensa de relacionamento com a imprensa e as redes sociais desempenham papel relevante nessa seara - e a cada dia com maior influência - pois elas têm a agilidade como sua marca.
O cidadão pode cobrar, naturalmente, a eficiência que é um dever dos órgãos da Administração Pública (Constituição Federal, artigo 37), mas também deve estar informado das conquistas já alcançadas.
Todos pretendemos o mesmo: vivermos em segurança, sentirmo-nos em paz.
Adilson Luís Franco Nassaro

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sobre a Defesa Civil e o trabalho da Polícia Militar


A Polícia Militar trabalha com Defesa Civil ininterruptamente, salvando vidas em catástrofes naturais ou em acidentes graves, promovendo uma rede de contatos que agrega vários profissionais e também voluntários. Também sua atuação preventiva vem crescendo com as iniciativas de policiais militares atentos que sugerem ou mesmo provocam ações de outros órgãos objetivando evitar eventos trágicos. Não sem motivo, a coordenação geral da Defesa Civil em São Paulo é de responsabilidade do Coronel PM nomeado Secretário de Governo Chefe da Casa Militar em São Paulo. Também existem coordenadores regionais (oficiais da Polícia Militar) em cada região do Estado; a área do Batalhão de Assis, por exemplo, está ligada à coordenação regional de Marília.
Conheça um pouco mais com o resumo que segue!

"A Polícia Militar, integrante da Administração Pública Estadual, é um dos órgãos natos de Defesa Civil, e possui enorme importância no sistema estadual de Defesa Civil, porque os policiais militares são treinados para enfrentarem situações de crise e estão presentes em todos os 645 municípios do Estado de São Paulo, 24 horas, todos os dias. Importante ressaltar que é na fase preventiva da Defesa Civil que o policial militar pode colaborar muito, apesar da maior parte das pessoas pensarem que policiais e bombeiros só trabalham no momento da emergência, na iminência ou após a ocorrência de um desastre. Essa participação não traz ônus adicional ao policial militar ou bombeiro, pelo contrário, trata-se de uma forma de aproximá-lo ainda mais da comunidade onde atua, angariando a confiança e simpatia das lideranças comunitárias e promovendo uma mobilização social positiva, quando conscientiza e desperta na população o espírito de colaboração na gestão da autosegurança. Durante o patrulhamento preventivo e ostensivo, o policial militar acaba tendo contato com realidades que, muitas vezes, são desconhecidas para vários outros órgãos públicos. É o policial militar que, no cumprimento de sua missão, adentra em áreas de risco quase inacessíveis, percorre por inteiro todo um perímetro de atuação que lhe é destinado e acaba por conhecer as pessoas e as peculiaridades da área onde atua. Um policial bem treinado e sensibilizado para a identificação de sinais de risco, que saiba detectar as ameaças e as vulnerabilidades da região onde trabalha, pode salvar centenas de vidas com a simples e oportuna comunicação de um desastre iminente. Há também situações que são observadas por policiais militares durante sua atividade de patrulhamento que motivam a elaboração do Relatório sobre Averiguação de Incidente Administrativo (RAIA), para formalizar o aviso ou comunicação da situação aos órgãos competentes".

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Alberto Mendes Júnior: o tenente que Lamarca matou


No dia 24 de janeiro de 2012, Alberto Mendes Júnior poderia completar 65 anos de idade, caso não fosse assassinado em 1970 por Lamarca e seu grupo em ação covarde que jamais pode ser esquecida ou ignorada. Por isso, publico o texto que segue com um relato objetivo da história daquele que é considerado o herói da Polícia Militar, "o tenente que Lamarca matou". Nossa reverência à ele, que morreu jovem, mas viverá eternamente. Não é por pouco que sua foto recebe lugar de destaque nos quartéis da Polícia Militar (a Força Pública paulista) desde o episódio. Vamos divulgar, compartilhem.... talvez algum leitor que apenas ouviu falar de Lamarca, passe a conhecer o verdadeiro herói: o jovem Alberto Mendes Júnior, Aspirante de 1969, que morreu defendendo seus comandados.

"ALBERTO MENDES JÚNIOR nasceu aos 24 de janeiro de 1947, na cidade de São Paulo e era filho de Alberto Mendes e Dona Angelina Plácido Mendes. Desde cedo o garoto Alberto manifestava o seu desejo de ingressar na Força Pública de São Paulo, da qual, pela voz de seus tios, só bem ouvia falar, fazendo crescer em tamanho e idade aquele ideal em sua mente. O convívio sadio da família plasmou-lhe o caráter firme e a excelente formação moral. Filho extremoso, só deu aos seus pais alegrias e satisfação. Manteve sempre apego à família, "Célula Mater" de toda uma Nação.
Ao terminar o ginásio, pôde realizar o sonho de criança. Em 15 de fevereiro de 1965 foi alistado nas fileiras da Força Pública, por haver sido aprovado em todos os exames e conseguindo classificar-se no concurso para ingresso no Curso Preparatório de Formação de Oficiais. Quatro anos e dois meses após, concluído o Curso de Formação de Oficiais, e, em 21 de abril de 1969 (por coincidência, dia e mês da morte de Tiradentes), foi declarado Aspirante a Oficial, possuindo 22 anos de idade. Em 02 de julho de 1969, foi apresentado ao 15º BP, lá classificado por efeito de promoção. Em 15 de novembro de 1969 foi promovido por merecimento intelectual ao posto de 2º Tenente, permanecendo naquela Unidade. Em 06 de fevereiro de 1970, foi apresentado ao 1º BP "TOBIAS DE AGUIAR", uma vez ter sido transferido por conveniência do serviço, através de publicação inserta no Boletim Geral Nº 25, de 25 de fevereiro de 1970.
Logo quando da sua chegada, já se entrosou perfeitamente ao convívio de seus novos companheiros. De espírito jovial e alegre captou desde o começo a amizade de todos aqueles com que teve a oportunidade de privar. Era o alegre "PORTUGUÊS", como era chamado por seus colegas, sempre sorridente, dedicava-se com denodo esforço ao serviço, desempenhando sempre com galhardia as missões que lhe eram confiadas.
Em fins de abril de 1970 era descoberto um foco de terroristas no Litoral Sul. Tropas do Exército Brasileiro, da Força Aérea, Marinha e Polícia Militar do Estado de São Paulo, deslocaram-se para aquela região. Foi o 1º BP "TOBIAS DE AGUIAR" designado pelo Comando Geral da Polícia Militar, para prestar apoio à Tropa da Companhia Independente com sede na Cidade de Registro. Para lá seguiu o Tenente MENDES no comando de um pelotão, juntamente a outro efetivo comandado por outro Oficial, todos sob comando do Capitão Carlos de Carvalho.
Após uma semana naquela cidade, recebeu o Capitão ordens para regressar com um dos pelotões para São Paulo, deixando em Registro apenas um, comandado por um dos Oficiais. Não houve escolha, pois o Tenente MENDES apresentou-se e solicitou para que permanecesse, demonstrando mais uma vez sua dedicação ao serviço. Na noite de 08 de maio de 1970, aproximadamente às 21h, os terroristas atacaram de surpresa um dos postos da Guarda que era feita por homens pertencentes ao pelotão, localizado próximo a Sete Barras.
Tomando conhecimento do fato, o Oficial dirigiu-se ao local para prestar socorros aos seus comandados, porém, mal sabia que caminhava para uma emboscada que havia sido preparada pelos terroristas. Prendendo oito (08) integrantes do pelotão, eles aguardavam a sua chegada. Emboscado, com inferioridade em homens e armas, estando cercado por todos os lados, foi atirado aquele jovem num dilema: ou cessavam o fogo, ou entregava-se sozinho, ou morreriam todos.
Evitando o sacrifício dos seus comandados, falou mais alto o espírito de herói; entregava-se o Oficial para salvar a vida de seus comandados, porque era um líder; entregava-se por que era perfeito chefe cônscio de suas responsabilidades. Depois de morto em maio, seu corpo foi apenas encontrado em 09 de setembro do mesmo ano, através de longas buscas levadas a efeito por indicações de um dos próprios terroristas preso. Comprovou-se que ele foi morto a coronhadas, de forma covarde.
Foi velado na sede do Batalhão "TOBIAS DE AGUIAR", seguindo seu enterro para o Cemitério do Araça, onde calculou-se o acompanhamento de aproximadamente 100 (cem) mil pessoas, entre militares, comerciantes e industriais, conforme noticiado nos jornais da época. Foi promovido a Capitão “pos morte” em razão do seu ato de bravura".

Para complementação de informações, segue link de artigo de Modesto Spachesi, disponível em http://www.aggio.jor.br/jornal23/mendes_jr.htm

domingo, 22 de janeiro de 2012

Reunião sobre segurança pública com vereador de Assis


Foi realizada na última segunda-feira (16 de janeiro de 2012), no 32º Batalhão da Polícia Militar do Interior uma reunião para discutir políticas públicas de segurança. A convite do Comandante Interino, Major Adilson Luís Franco Nassaro, o vereador Alexandre Vencio (popular "Alexandre Cachorrão"), presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara Municipal de Assis, esteve no Batalhão, juntamente com o Capitão PM Enzo Bertão (oficial de Operações da Unidade), para discutir e pontuar questões relevantes e de extrema importância para a segurança pública da cidade.

O vereador destacou esforço e a mobilização da comunidade para a criação de uma “Companhia de Força Tática” no município, o que aumentaria o efetivo e daria suporte para toda a região, tendo em vista que, em breve, será inaugurado um presídio em Florínea, região de Assis. Discutiram a importância do convênio a ser firmado entre a Prefeitura e o Estado para a realização da “Atividade Delegada do Policial”, em que os policiais militares poderão receber remuneração para prestar serviços à comunidade em horas extras (a exemplo do que já vem ocorrendo na capital paulista).

Ressaltaram a importância das campanhas preventivas em segurança, a conservação, limpeza e a iluminação dos espaços públicos e o fortalecimento do “Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência” (PROERD), projeto de alto impacto desenvolvido pelos policiais militares com jovens e adolescentes nas escolas e com as famílias.

Debateram também, alguns Projetos de Leis que o vereador pretende colocar em discussão na Câmara, como a Lei que proíbe o uso de celulares nos bancos, que já está em vigência nas principais cidades do Brasil, dando mais segurança ao consumidor e tem objetivo principal combater o famoso roubo na “saidinha do banco”. A criação da Comissão Permanente da Juventude, Leis que combatem a Pedofilia, Violência e o Abuso Sexual contra Crianças e Adolescentes, Lei de Conscientização Prevenção e Combate as Drogas, fortalecimento dos Conselhos Municipais Anti Drogas e da Criança e do Adolescente e a criação do Conselho Municipal da Juventude, também foram amplamente discutidos.

Segundo Alexandre, a reunião elencou os principais problemas enfrentados hoje pela comunidade, e pontuou importantes ações a serem desenvolvidas. “Trabalhando juntos, unindo os esforços com o empenho de todas as classes, juntamente com a comunidade, construiremos uma sociedade mais forte para todos nós”, acentuou.

O Major Franco destacou a importância de manter a proximidade entre as forças vivas da comunidade e das "iniciativas do município em prol da segurança pública, pois a prevenção em amplo sentido não é missão apenas da polícia. O município pode ajudar em muito na construção de um ambiente mais seguro. Todos ganham melhor qualidade de vida com segurança pública que é direito, mas dever e responsabilidade de todos", concluiu.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Quase uma crônica: o cachorro "Tição"


Hoje cedo, quando eu estava chegando á sede do batalhão em Assis para trabalhar, encontrei um cachorro preto sem raça definida, de porte médio, com uma das patas machucadas, mancando. Parei na porta principal do quartel porque ele estava me seguindo, com bastante dificuldade e com o rabo balançando... Ele ainda tentou subir os três degraus, mas não conseguiu; provavelmente fora ferido por algum carro em movimento. Então ele deitou por ali mesmo, cansado, e ficou olhando enquanto eu cumprimentava o pessoal da recepção para começar mais uma abençoada sexta-feira de serviço.
Voltei minha atenção para a frente do prédio e pensei em uma forma de ajudar... lembrei que os policiais são treinados para buscar soluções e eu nunca deixei de atender alguém que venha pedir qualquer tipo de apoio relacionado à segurança, ou não. Aquele ser que não fala conseguiu expressar angústia e abandono, na porta do comando regional da PM... Com os colegas da recepção tentei contato com entidades de acolhimento e doação, mas não houve êxito; alguns em férias, outros com muitos animais em atendimento.
Colocamos o cachorro provisoriamente no fundo da sede, no espaço do estacionamento das viaturas até verificar o que poderia ser feito. Decidi ligar para o Márcio Veterinário, vereador em Assis, pois sabia do seu comprometimento para com os animais e ele provou que exerce uma verdadeira vocação, muito além da compensação financeira, concordando em cuidar do bicho de olhar triste. O animal foi levado até o consultório veterinário e à essa hora está recendo cuidados profissionais.
Na parte da tarde, passei no endereço para cumprimentar pessoalmente esse abnegado cidadão e dizer que a Polícia Militar é protetora da vida, acima de tudo; alguém poderá até dizer que não é nossa missão dar encaminhamento à animais feridos, mutilados, abandonados à morte certa; mas eu responderei que uma sociedade revela o quanto é evoluida pela forma como trata a mais "insignificante" forma de vida...
O policial é treinado inclusive para matar e morrer, se preciso for, em defesa da sociedade... mas sempre se espera dele sensibilidade para lidar com a vida, para fazer de seu ambiente próximo um lugar melhor, mais humano, menos violento, acolhedor e para isso precisamos da apoio da comunidade; e eu me senti realizado por poder contar com esse apoio irrestrito na data de hoje em um gesto simples, ao mesmo tempo de grande relevância.
Para quem leu até aqui deixo o recado final: a novela ainda não acabou! Quando "tição" ficar bom, vamos arrumar um voluntário para cuidar dele; o acolhedor felizardo (policial ou não) levará consigo um cão amigo que lhe trará companhia e horas de alegria, uma história para contar e a nossa admiração.

Adilson Luís Franco Nassaro
Major PM Comandante Interino do 32º BPM/I

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Operação Saque Seguro

Nos dias de pagamento, no início de cada mês, o batalhão de Assis promove a chamada "Operação Saque Seguro", com intensificação do policiamento ostensivo na região central das cidades, nas proximidades dos estabelecimentos bancários, pontos de auto-atendimento, lotéricas e em outros locais que atraem pessoas interessadas em realizar pagamentos e saques.
Além do reforço do policiamento, com mobilização e emprego do efetivo administrativo, são realizadas abordagens educativas com entrega de folhetos que trazem orientações sobre segurança individual para a comunidade; nesse contato direto com o cidadão, o policial também tem a oportunidade de estabelecer vínculos a partir de uma conversa produtiva, o que comprova seu comprometimento com o bem estar coletivo e a prática de polícia comunitária.
A matéria abaixo reproduzida relata o trabalho desenvolvido no centro de Assis (as demais cidades da área do batalhão também desenvolveram a operação em janeiro, nos mesmos dias, conforme planejamento prévio centralizado).
Para coroar esse trabalho, confirmamos o fato de que não houve em janeiro de 2012 registros de roubo ou furto relacionados à saída de banco ou situação similar. Significa umm sucesso absoluto da prevenção policial! Parabéns a todos os policiais que participaram da "Operação Saque Seguro"!
Major PM Adilson Luís Franco Nassaro - Comandante Interino do 32º BPM/I.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Divulgação.

Mais publicações sobre o lançamento do livro: "Estratégias de Policiamento Preventivo".
Link para visualizar e para baixar a obra completa:
http://books.google.com/books?id=HXdE68HtvlEC&printsec=frontcover&hl=pt-BR

Editorial em destaque: "A difícil missão do policial"

Parabéns ao jornalista Sérgio Vieira, do tradicional jornal Voz da Terra, de Assis/SP pelo editorial que reproduzimos. Trata-se de um reconhecimento da complexidade da missão policial e dos avanços conquistados na área de segurança pública. Com um maior envolvimento de toda a comunidade e a divulgação dos bons resultados operacionais obtidos, poderemos aperfeiçoar ainda mais o policiamento preventivo e garantir a continuidade de sua eficiência. Sempre podemos "fazer melhor"!